Browse Author: Francisco Johnson

Quer seu visto para entrar nos Estados Unidos? Monitora o que você diz nas redes sociais

Se creíais que a liberdade de expressão não estava passando por seus melhores momentos em redes sociais, vos garantir que a coisa pode ir para pior. O departamento de Estado dos EUA quer aprovar uma lei que lhes permita exigir aos requerentes de visto de entrada no país quais são as suas contas de Facebook, Twitter, Instagram, Youtube ou no Linkedin. Não só isso, mas também fornecer detalhes sobre quais são suas diferentes identidades em rede nos últimos 5 anos. Esta proposição poderia afetar cerca de 15 milhões de pessoas por ano.
A coisa não se fica por aqui. Aqueles que quiserem entrar, seja para viver no país, como de turismo, deverão fornecer os números de telefone, endereços de email e destinos que visitou no último lustro. No caso de ter sido deportado de algum país ou de um familiar tenha estado relacionado com a atividade terrorista, em algum momento, também deve ser mencionado.
Antes de nos levando as mãos à cabeça, isso só afetaria aqueles países que não se encontrem dentro do programa de Isenção de Visto, é dizer que só precisam que o documento conhecido como ESTA (Electronic System for Travel Authorization), uma licença que será solicitada pela Internet para pode viajar para os Estados Unidos. Dentro do programa encontra-se, por exemplo, a maioria dos países da Europa, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Canadá, Chile, Japão, entre outras (veja a lista). Fora desta lista e que teriam que enfrentar este controlo estariam Índia, China e México.
Após esta proposição encontra-se um interesse dos Estados Unidos e de Donald Trump, em concreto, de poder lutar contra o terrorismo islâmico ou até mesmo detectar sinais de radicalização em pessoas que decida visitar o seu país. Se começaram a dar pequenos passos nesse sentido e consideram que as primeiras provas estão dando bons resultados para ser mais rigorosos na seleção anterior à entrada.
No momento, trata-se de uma ideia que deverá ser aprovada pelo Escritório de Gestão e Orçamento. Em seguida, deve passar por dois meses de debate até que possa ser dada como aprovada oficialmente. Por enquanto, os grupos que lutam por liberdades civis entraram em pé de guerra, apontando que se trata de uma invasão da privacidade das pessoas e que ataca diretamente à liberdade de expressão.
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Como um elefante que fuma? O que você está fazendo realmente este animal?

O Parque Nacional Nagarahole, na Índia, foi o lugar onde se capturou estas imagens curiosas. O vídeo mostra um elefante que, à primeira vista, poderia parecer que está fumando. Claro, não se trata disso. Ou, ao menos, não no sentido em que entendemos o ato de fumar. Mas, então, o que está fazendo realmente o animal?
De acordo com os responsáveis do parque, o elefante estava tentando comer carvão vegetal gerado pela queima de madeira. O animal, afastou-se das cinzas e comeu o resto e, como ainda estava recente, exalou uma generosa baforada de fumaça. Não se trata de um comportamento habitual, mas também não é tão incomum, uma vez que foi documentado em outras ocasiões.
Também não é a única espécie animal que há algo semelhante. Os cientistas já descubrieorn faz tempo que o macaco colobus, uma espécie de macaco africano, também tem esse costume. Estes macacos suleen perseguir os vendedores de carvão vegetal no mercado para tentar roubar algumas peças. Os especialistas acreditam que o fazem porque ao ingerir melhora o trânsito intestinal.
Fonte: IFL Science.
Como um elefante que fuma? O que você está fazendo realmente este animal?

Já é possível detectar a mãe de Satanás, o explosivo dos terroristas do Daesh

A mãe de Satanás é o aterrorizante nome por que é conhecido o explosivo que costumam usar os terroristas suicidas do Daesh. Trata-Se de uma arma de fabricação caseira que inclui na sua composição elementos tão comuns e fáceis de conseguir, como a água oxigenada, a acetona e o ácido. O resultado é um pó branco, fino, que é muito fácil de colocar em qualquer parte e que, até agora, era muito difícil de detectar.
Mas uma equipe do Grupo de Pesquisa em Química Orgânica da Universidade de Bolonha, desenvolveu um novo modelo de sensor fluorogénico portátil que é capaz de detectar a presença de explosivo em sua forma gasosa. O aparelho funciona emitindo fluorescência quando entra em contato com uma determinada substância, neste caso, com o triperoxido de triacetona, que é o nome científico desse explosivo.
Os pesquisadores explicam que, se alguém introduz uma mala com este explosivo no porão de um avião, o composto emite um vapor que não se cheira, por que os cães não são capazes de detectá-lo. Mas o sensor se pode fazê-lo, mesmo que se trate de quantidades mínimas.
A outra grande novidade deste projeto é o seu tamanho. Enquanto a maioria dos sistemas de segurança dos aeroportos necessitam de instalações de grande porte, este sensor, ao ser portátil, é muito fácil de usar.
A fonte. SIC.
Já é possível detectar a mãe de Satanás, o explosivo dos terroristas do Daesh

Commotio cordis A estranha causa que provocou a morte do futebolista Bruno Boban

O mundo do futebol está chocado com a morte de Bruno Boban, um jogador croata de 25 anos, atacante do Marsonia que faleceu por causa de um colapso provocado por um forte balonazo no peito. Durante quarenta minutos, os serviços de emergência tentaram reanimar o atleta, mas seus esforços não conseguiram impedir o trágico final. E, após o acontecido, nos perguntamos: como é possível que um balonazo no tórax pode matar uma pessoa?
A resposta é sim. O termo médico para designá-los é commotio cordis e, embora não seja algo que aconteça com frequência, pode ocorrer se combinar uma série de terríveis circunstâncias. Para que se produza, a bola tem que impactar a uma velocidade de 80 quilômetros por hora e de forma perpendicular sobre o tórax da pessoa, atingindo diretamente a altura do ventrículo direito, causando uma arritmia que, em alguns casos, é letal.
O resultado desse impacto nem sempre é fatal, mas como já disse em ocasiões provoca a morte do jogador, mesmo que esteja saudável e não tenha nenhuma patologia cardíaca prévia. Segundo os especialistas, este tipo de morte súbita ocorre principalmente em adolescentes e, geralmente, com bolas de beisebol ou bolas de hóquei, que costumam ver mais duras do que as bolas de futebol.
No mundo das artes marciais também se conhecem as consequências que pode ter um golpe semelhante e, por isso, é apelidado de o toque da morte.
Commotio cordis A estranha causa que provocou a morte do futebolista Bruno Boban

As crias de urso pardo estão levando mais um ano em separarse de suas mães

As fêmeas de urso pardo costumam parir no melhor dos casos, uma vez a cada dois anos. E o tempo que os filhotes passam junto às suas mães costuma ser de cerca de um ano e meio. Mas uma equipe da Universidade de Sherbrooke, no Canadá, acaba de descobrir que este ciclo está se alterando e, atualmente, o tempo de estágio nesta espécie está se prolongando até os dois anos.
A causa deste fenômeno é a caça. E é que, tal como revelou o estudo, nas zonas em que a ameaça dos caçadores é maior, é onde as fêmeas de urso está fazendo com que as aves passem mais um ano, com elas, já que, desta forma, aumenta a sua segurança. Mas isso significa também que o ciclo reprodutivo se alonga, e as fêmeas demoram mais anos em propiciar uma nova ninhada.
Trata-Se de um mecanismo totalmente oposto ao de outras espécies, como os peixes ou os javalis, que, perante a ameaça da pesca ou da caça, aumentam a velocidade do seu ciclo reprodutivo, e também o número de filhotes em cada parto. Mas, por que os ursos acontece o contrário? Os pesquisadores acreditam que, para esta espécie pode ser mais benéfico distanciar o tempo de seu ciclo reprodutivo, e assim reduzir o consumo de energia que leva para a fêmea ficar grávida e iluminar de novo.
Fonte: SINC.
As crias de urso pardo estão levando mais um ano em separarse de suas mães

Quem teve a culpa no atropelamento mortal do carro autônomo de Uber: a empresa ou a mulher?

Dois ângulos diferentes do mesmo acidente: um, do ponto de vista do motorista, outro a partir da parte frontal do carro. Apenas 20 segundos, que não fazem senão confirmar o que já sabíamos: que a mulher que cruzava com a bicicleta e foi atropelada mortalmente apareceu do nada e que quem dirigia não conseguiu reagir a tempo para ter feito algo.
Em um primeiro momento não se esperava ver essas imagens tão rapidamente, de fato, as autoridades apontaram que não fariam nada, até que a investigação não se deu por encerrada, mas parece que optaram por exibi-lo. Será esta uma forma de tentar calar as queixas de pessoas que assegura que a Polícia defende a Uber e culpa a vagabunda de 49 anos de ter cruzado por onde não devia? Ante a possibilidade de que mais vozes ponham em causa o seu trabalho à frente desta pesquisa, parece que têm preferido que sejam os próprios usuários que dêem resposta à pergunta de quem teve a culpa neste acidente. Você pode ver no vídeo abaixo:
Nele vemos que a condutora, Rafaela Ribeiro, de 44 anos, não estava mantendo o olhar na estrada, no momento do choque. De fato, justo levanta o olhar no instante em que se está de frente com a mulher que foi atropelada. Não sabemos quais são as políticas destes motoristas de segurança deste tipo de automóveis de Uber e se poderia considerar uma violação dentro do contrato que assinam antes de fazer parte do projeto. O que sim é certo é que a Polícia acredita que a mulher que estava com a bicicleta, ele estava no meio da estrada e pretendia atravessar para a estrada, mas encontrou cheio com o veículo.
Mas nos surgem mais perguntas: por que não foi capaz o carro de detectar a tempo o obstáculo? Se o condutor tivesse estado atenta à estrada teria podido reagir e parar? Como se chega a atropelar igualmente, continuaria sendo culpa da vagabunda (como aponta a Polícia), ou quem conduzia teria parte de culpa?
Deixamos o tópico aberto para que sejais vós quem o considerar. O que fariam?
Quem teve a culpa no atropelamento mortal do carro autônomo de Uber: a empresa ou a mulher?

O desafio viral de inalar preservativos pode matálo

A Internet está cheia de desafios virais, que colocam à prova o arrojo e a inconsciência de muitas pessoas. Os adolescentes e jovens costumam ser os que mais se arriscam a executá-los, mas não são os únicos. E um desses desafios consiste em inalar um preservativo pelo nariz, para, em seguida, extraí-lo da boca. Uma prática que pode ser muito prejudicial para a saúde de quem o pratica.
Não se trata de um desafio novo, uma vez que remonta ao ano de 2013, embora alguns vídeos no Youtube criaram a ilusão de que voltou a popularizar-se. ignoramos se ele é realmente assim, ou se se trata de um alarme falso. Seja como for, nunca é demais alertar, uma vez mais, que fazer algo assim pode ser prejudicial para a saúde.
E o motivo é bastante óbvio. Ao introduzir qualquer objeto estranho nas vias respiratórias, corre-se o risco de que estas fiquem obstruídas e não sejamos capazes de respirar com naturalidade. Mas, embora isso não ocorrer, o preservtivo pode prejudicar as mucosas do nariz e provocar aparatosas hemorragias. E não há que descartar que algumas pessoas podem ser alérgicas ao látex, o que poderia causar um grave reação em seu corpo.
De fato, já no ano de 2004, da US National Library of Medicine, National Institutes of Health, pegou o caso de uma mulher de 27 anos que engoliu acidentalmente um preservativo. Através da traquéia, o preservativo chegou até seus pulmões, provocando uma grave pneumonia. É apenas um exemplo do que pode acontecer ao introduzir um preservativo.
Como já dissemos, trata-se de um desafio antigo e não temos evidências de que realmente tenha ressuscitado. Mas, se de qualquer forma, encontram-se a algum sem noção que tenta levá-lo a cabo, avísenle o que pode acontecer.
A fonte. IFL Science.
O desafio viral de inalar preservativos pode matálo

Um astrônomo do africano sul foi descoberto o Marte!

Os cientistas, apesar de serem muito brilhantes, também cometem, por vezes, erros bobos, como o resto dos seres humanos. E uma boa prueda disso é o que aconteceu com Peter Dunsby, um astrônomo da Universidade da Cidade do Cabo. O pesquisador descobriu um objeto espacial, que não havia observado anteriormente nas proximidades da nebulosa Trífida.
Imediatamente, relatou sua descoberta em The Astronomer’s As, uma espécie de twitter para pesquisadores neste campo. “O objeto ficou visível durante o tempo que durou a observação e não tinha sido visto quando o campo foi observado anteriormente. Recomenda-Se realizar observações mais detalhadas para definir a natureza desse objeto óptico muito brilhante”, escreveu em sua mensagem.
Mas, apenas 40 minutos depois, outros usuários responderam-lhe e lhe esclareceram que o objeto não era outra coisa que… Marte. E como era de esperar, imediatamente, a rede se encheu de piadas e memes que felicitaban a Dunsby por seu achado histórico. Felizmente, o astrônomo é o tomou consigo, com um comportamento excelente, e reconheceu o seu erro com humildade, afirmando que foi uma lição para lembrá-lo de que você deve sempre verificar mil vezes qualquer achado antes de comunicá-lo.
Fonte: LiveScience.
Um astrônomo do africano sul foi descoberto o Marte!

Jogos para olho preguiçoso

Genes saudáveis, olhos saudáveis
Olhos com telescópios
Seus olhos têm poderes
Os olhos mais complexos
Somente para seus olhos
Olhares animais
Perguntas e respostas sobre os olhos
Se até agora as crianças operados de frequente sorriu com a idéia de comer obrigatoriamente sorvete para sua recuperação, as crianças e não tão crianças com ambliopia, estão de parabéns perante os últimos achados de um estudo realizado na Índia: corrigir a sua patologia com jogos de vídeo.
O estudo, realizado por Ghosh Somen, diretor médico de uma clínica oftalmológica em Calcutá (Índia), mostra como um regime de uso de jogos unido ao tratamento padrão para a ambliopia, ajuda não só a crianças, mas também a corrigir o ‘olho preguiçoso’ em crianças mais velhas, cuja recuperação da acuidade visual costuma ser mais lenta e difícil, de fato, é um caso que muitos oftalmologistas consideram quase perdeu uma vez o menino é jovem.
O estudo, apresentado na reunião anual da Academia Americana de Oftalmologia, foi levado a cabo com 100 crianças e adolescentes entre 10 e 18 anos de idade, que foram divididos em quatro grupos. De base, todos receberam o tratamento habitual da ampliopía: os clássicos patches, óculos e exercícios visuais. Individualmente, o grupo 1 foi tratado apenas com o procedimento padrão. O 2, a adição de um suplemento de micronutrientes considerado importante para ter uma boa visão. O grupo 3, acrescentou o procedimento padrão de uma hora de vídeo e o 4 tomou a citicolina, que melhora a função cerebral.
Após um ano de pesquisa, 30% dos jovens voluntários, mostraram uma significativa melhora na visão, e 60%, com ligeira recuperação. Os melhores resultados foram obtidos por aquelas crianças que estavam nos grupos 3 e 4 (jogos eletrônicos e a citicolina, respectivamente). Quanto à idade, as crianças que mostraram uma melhor recuperação foram os menores de 14 anos.
Um dos voluntários, Saurav Sen, de 16 anos, afirma ter agora, com esta importante melhoria na sua visão, outra oportunidade para recuperar seu trabalho acadêmico, o qual estava vendo afetado pela patologia. Quando Saurav recorreu a vários oftalmologistas, lhe informou que já era tarde para corrigir a sua ambliopia, daí sua decisão de entrar para o ensaio médico. Segundo afirma: “jogar jogos de vídeo usando apenas meu olho mais fraco, ao princípio foi difícil, mas depois, após um ano de prática, minha visão melhorou muito e não tenho problemas para estudar. Além disso, agora sou mais bom jogando tênis”. Isso pode estar relacionado com o que já foi descoberto anteriormente em outras pesquisas que afirmam que os jogadores mais experientes têm algumas habilidades visuais excepcionalmente fortes em comparação com os não-jogadores ou jogadores casuais.
O que é a ambliopia?
A ambliopia, também conhecida como olho preguiçoso ou preguiçoso, provoca uma diminuição importante da acuidade visual, que ocorre quando as ligações neuronais que vão desde o olho até o nosso cérebro não se desenvolvem com normalidade na infância. Em conseqüência, o olho afetado envia uma imagem borrada ou errada para o cérebro. Esta situação lhe confunde, portanto, com o tempo, aprenda a ignorar a imagem recebida pelo olho mais fraco.
Se falamos de ‘olho preguiçoso’, estamos nos referindo a um transtorno que normalmente é acompanhada de estrabismo, mas pode-se dar o caso de que o paciente refira estrabismo e não sintomas de ambliopia.
Esta patologia deve ser tratada na infância, mas a verdade é que é difícil de evitar, até que a sua existência se torna inequívoca na fase escolar. O tratamento habitual é a oclusão do olho bom para fazer com que o olho mais fraco trabalhe e, assim, favorecer as conexões neurais que são afetadas. O que ocorre é que, segundo os oftalmologistas, esta condição só pode ser tratada com mais sucesso até os 9 anos de idade, e asseguram-se de que é pouco o que se pode fazer, uma vez que as crianças têm excedido esse limite de idade. Mas, o PEDIG (Grupo Pediátrico de Investigação de Doenças do Olho EUA) relatou aumentos muito significativos de recuperação da acuidade visual em crianças com mais de 27%, em um estudo financiado pelo National Eye Institute.
Segundo o Dr. Ghosh, ‘a cooperação do paciente é essencial para o sucesso do tratamento da ambliopia, mas os médicos não podemos desistir de tentar melhorar a sua acuidade visual, mesmo quando se trata de adolescentes”.
Jogos para olho preguiçoso

Depressão, o risco genético?

mulheres depressão
Proteína anti-depressão
Contra a depressão
De acordo com um estudo publicado na revista Neuron, pesquisadores alemães do Instituto de Psiquiatria Max Planck, de Munique, identificaram o gene que predispõe os indivíduos a uma depressão severa. Pela primeira vez, os pesquisadores conseguiram ver as mudanças fisiológicas que ocorrem no cérebro quando uma pessoa sofre de depressão. Isso responde à diminuição de tamanho do hipocampo, que é a região associada à depressão.
Apesar de já ser conhecido pelos pesquisadores que a depressão se deve a uma combinação de riscos genéticos e ambientais, os cientistas ainda não descobriram quais eram os fatores genéticos que afetam a predisposição para esta doença. Por isso, eles decidiram fazer um primeiro estudo em que se incluíram material genético de pacientes saudáveis e de pacientes acometidos pela doença. Após a análise, descobriram que existiam diferenças significativas entre o DNA das pessoas saudáveis e aquelas mais vulneráveis à depressão em uma região específica do cromossomo 12, área, que segundo os pesquisadores, se apresentam no contexto da depressão.
O gene responsável por isso, chamado SLC6A15, é o que faz com que as pessoas sejam mais propensas a ter a doença, já que o gene contém uma espécie de “manual de construção” de uma proteína que é responsável pelo transporte de aminoácidos.
Estes aminoácidos que transportam, são os encarregados de regular a comunicação entre os neurônios (sinapses). Precisamente na alteração desta sinapses entre os neurônios, é onde os cientistas acreditam que se produz a vulnerabilidade da pessoa a sofrer a doença.
Para confirmar os resultados no primeiro estudo, os pesquisadores reuniram mais de 15.000 pessoas com as que procederam da mesma forma que na ocasião anterior. O resultado não deixou dúvidas: “as pessoas que não sofriam de depressão mostraram menos atividade do SLC6A15 no hipocampo, região cerebral ligada à depressão severa”, afirma a doutora Elisabeth Binder, responsável pelo estudo.
Esta nova descoberta, poderia conduzir à elaboração de novos tratamentos melhor focados para tratar esta doença, estimulando a atividade do gene SLC6A15.
Depressão, o risco genético?