Browse Author: Francisco Johnson

Tipos de fobias e medos

A fobia de aranhas, uma das mais comuns.

Grupos de fobias no Facebook
Como superar as fobias
A fobia social depende de um hormônio
É verdade que há quem tem fobia ao frio?
A
Ablutofobia: Medo de lavar-se ou banhar-se (ao menos em água).
Acrofobia: horror ou vertigem das alturas.
Agateofobia: Medo da loucura.
Agoraphobia: sensação anormal de angústia diante dos espaços abertos e, especialmente, nas ruas e praças amplas.
Aicmofobia: Medo das agulhas.
Ailurofobia: Medo dos gatos.
Androfobia: aversão anormal ao sexo masculino.
Atazagorafobia: Medo do esquecimento.
B
Barofobia: Medo da gravidade.
Bibliofobia: Medo dos livros.
Bromidrosifobia: Medo do cheiro corporal.
C
Claustrofobia: aversão patológica a espaços fechados ou temor experimentado ao encontrar-se com eles.
Cainolofobia: Medo da novidade.
Caliginefobia: Medo de mulheres bonitas.
Clerofobia: aversão apaixonada contra o clero.
D
Dendrofobia: Medo das árvores.
Dinofobia: Medo de vertigem.
E
Ergofobia: Medo de ir trabalhar.
Eritrofobia: medo patológico a corar.
F
Falacrofobia: Medo da calvície.
Francofobia: rejeição de França ou o francês.
Filofobia: Medo do amor.
Fobia Social: Medo de ser julgado negativamente.
Fotofobia: aversão à luz, acompanhada de espasmo das pálpebras, causada pela intolerância do olho.
G
Glossofobia: Medo irracional de falar em público.
H
Hematofobia: Medo de sangue e as feridas.
Homofobia: aversão aos homossexuais.
I
Ictiofobia: Medo dos peixes.
Isopterofobia: Medo de cupins.
L
Lacanofobia: Medo de legumes.
Linonofobia: Medo das cordas.
M
Metrofobia: Medo da poesia.
Micofobia: Medo de cogumelos.
Musofobia: Medo dos ratos.
N
Necrofobia: fobia da morte e os mortos.
Neofobia: Medo do novo.
Nictofobia: fobia à noite ou da escuridão.
Ou
Oenofobia: Medo de vinho.
Olfactofobia: Medo dos odores.
P
Pediofobia: Medo das bonecas.
Peniafobia: Medo da pobreza.
Psicrofobia: Medo do frio.
Q
Quetofobia: Medo do cabelo.
R
Ritifobia: Medo das rugas.
Rupofobia: Medo da sujeira.
A
Selacofobia: Medo dos tubarões.
Selenofobia: Medo da lua.
T
Tafiofobia: Medo de ser enterrado vivo.
Teofobia: Medo dos deuses ou da religião.
V
Verminofobia: Medo dos germes.
X
Xenofobia: desprezo para com os estrangeiros.
Xilofobia: Medo de objetos de madeira.
Tipos de fobias e medos

Dicionário por ordem aflabético

Ouro para a fabricação de medicamentos

A química do ouro ainda está em sua infância

Coração de ouro
Como é que é feito um Oscar?
a luz do futuro
Do Castelo à farmácia
Desde que o ouro, deu o salto de oficinas de joalheiros para as cozinhas, de comer ouro já não nos soa em chinês. Agora, além de servir de ingrediente para alguns pratos, entre outras aplicações, pode ajudar a curarnos. A indústria famarcéutica está começando a utilizar para a elaboração de medicamentos. Foi demonstrado que quantidades mínimas de metal servem para transformar componentes extraídos da natureza em moléculas artificiais, que servem de base para o desenvolvimento de fármacos. Como ocorre com outros metais como paládio, ouro, permite fazer transformações complexas em tempos muito curtos, em condições ambientais e de reciclagem dos átomos que não são utilizados.
O grupo que dirige Antonio Echavarren, do Instituto Catalão de Pesquisa Química, foi usado ouro para sintetizar a englerina, uma molécula que se tenha demonstrado a sua eficácia antitumoral in vitro. Em Florianópolis, o grupo de pesquisa Química do Ouro e da Prata, trabalha em outras aplicações do metal contra o câncer, para lutar contra as bactérias ou contra a aids. De acordo com Conceição Gimero, membro este grupo de cientistas, o ouro atua como multiplicador dos efeitos de moléculas anti-HIV. Outras pesquisas já têm aplicação clínica. Embora a utilização do ouro como catalisador está ainda em seus primórdios, já é utilizado no tratamento da artrite reumatóide.
Ouro para a fabricação de medicamentos

As mais eficazes

Livros de texto o esotéricos?

O último em ‘eBooks’
Livros (‘cool’) de cozinha
Qual é o livro mais caro?
O último em livros
De acordo com uma recente pesquisa conduzida pela Unidade de Gestão do Conhecimento do Hospital de Baza em Granada, 25% dos textos (um de cada quatro mensagens) relacionados à Saúde dentro dos livros escolares, não são baseados em qualquer tipo de evidência científica, como, por exemplo, “respirar pelo nariz, em vez de por a boca evita constipações”.
O estudo, publicado na revista BMC Public Health, compilou a informação alojada nos livros escolares de Granada desde 1 de março de 2006 a 1 de junho de 2007. Do total de 844 mensagens analisados, 61% se classificou com um nível desconhecido de provas, e 15% deles correspondiam à categoria em que se conhece o nível de certeza científica.
Mas, em contrapartida, um 24,6% não manifestava nenhuma evidência científica conhecida por nenhum cientista no seu perfeito juízo: “depois de comer não nades, o processo digestivo pode ser alterado e você pode sufrír um corte de digestão” e até mesmo algumas mensagens chegavam mais longe e iam contra a realidade científica: “Diante de uma lesão muscular você sempre tem que guardar repouso” ou “você tem que desinfetar as feridas com água oxigenada”.
Em suma, mais de 70% dos e-mails que estão relacionados com dietas, nutrição, higiene dos alimentos, tabaco, AIDS, etc., são baseadas em um nível desconhecido de evidência. Um pouco acima, com 35% se encontravam as mensagens sobre gravidez e bebês e em 37%, as afirmações mais certeras de saúde que os pequenos podem ver em seus livros, as relacionadas com a saúde bucal.
De acordo com Inês Mª Bairro Cantalejo, principal autora do estudo, “os Nossos resultados sugerem a necessidade de estabelecer normas que indiquem a professores ou outros editores de livros escolares como selecionar as mensagens de saúde. Isso facilitaria a aquisição de conhecimentos verdadeiros sobre esta matéria em escolares”.
Livros de texto o esotéricos?

25% de suas mensagens são errados

Deixar de fumar

Áreas cerebrais ativadas quando receber e-mails personalizados

Como cumprir os propósitos
A hipnose funciona
Como Funciona o cigarro eletrônico?
Uma paga para deixar de fumar
Desde quando você fuma?
As respostas do cérebro aos prompts personalizados utilizados para deixar de fumar podem prever a probabilidade de que alguém o consiga quatro meses depois. Assim o assinala um estudo publicado na revista Nature Neuroscience.
As respostas de previsão encontram-se especificamente nas áreas do cérebro que se ativam ao pensar em si mesmo, de acordo com os autores do estudo, uma equipe da Universidade de Michigan (EUA), liderada por Hannah Faye Chuan.
Os cientistas estudaram um grupo de 91 fumantes que participaram de um programa para deixar esse hábito prejudicial. Os voluntários recebiam mensagens à medida que eles encorajaram a deixar de fumar, fazendo referências à vida do indivíduo, as suas necessidades e interesses, bem como os obstáculos específicos para alcançar mudanças de comportamento.
A equipe de Chua utilizou a ressonância magnética funcional (fMRI), durante a apresentação de tais mensagens. Os resultados mostraram que a ativação do córtex pré-frontal dorsomedial, uma área que também é ativado por os pensamentos auto-relacionados, apresentou uma correlação com a quantidade de participantes que haviam deixado de fumar quatro meses após a exploração.
Por isso, os cientistas acreditam que tratamentos direcionados podem ser mais eficazes na mudança de comportamento que as intervenções genéricas, se bem que reconhecem que os mecanismos neurais subjacentes não se entendem, ainda, o completo.
Deixar de fumar

Tu cérebro prevê

Os homens adoecem mais

Superfície molecular do Rinovirus, o tipo de vírus que provoca o resfriado e a que os homens são mais fracos

Por que o homem ficou sem cabelo e outros macacos não?
Correr a mais de 60
Nunca ganharia um Goya
Este novo estudo, publicado na revista Respiratory Research, afirma que na hora de resistir a uma doença, os homens caem antes enfermos que as do sexo feminino. O grupo de pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, descobriram, através do estudo em 63 voluntários saudáveis, que o grupo pertencente às mulheres apresentam uma resposta imune mais forte do que a dos homens em resposta ao patógeno rinovirus, o mesmo que causa o resfriado comum que apenas dura alguns dias.
Segundo informou o diretor do estudo, John Upham para a BBC, “nos interessava estudar este vírus já que é uma das razões por que as pessoas com asma costuma cair doente”. por que inocularon o vírus em pessoas saudáveis para saber por que este fazia tanto mal a pessoas com problemas de asma. Segundo o próprio Upham, “um dos resultados mais surpreendentes e interessantes que surgiram, foi que as mulheres podem apresentar uma resposta imune muito mais forte para combater o vírus”.
Mas este resultado também tem os seus contras: esta resistência imune a mulher tem data de validade: a menopausa. Isso sugere, segundo os pesquisadores, que os responsáveis por essa a força da mulher se deve aos hormônios sexuais femininas: “quando estudamos a homens e mulheres maiores de 50 anos, a resposta imune de ambos os grupos foi a mesma.”
Este achado, sugere também a importância de ter em conta tanto a idade como o sexo, nos ensaios clínicos, bem como para desenvolver novos tratamentos farmacológicos e vacinas. Acrescenta o Dr. Upham: “em nossos esforços para encontrar novas formas de prevenir estas infecções, precisamos levar em conta os efeitos dos hormônios e a forma como afetam o sistema imune.
Os homens adoecem mais

De acordo com um novo estudo

Menos estresse, mais anos

O dano é irreversível.

Stress dos coalas
stress doente
Atitudes contra o estresse
O estresse, que não queima
O estresse melhora a memória
estresse pára o câncer
Estresse, álcool e outras razões
O estresse ataca seus pontos forte
O nível de estresse que sofre com o bebê durante a gravidez pode acelerar o envelhecimento, de acordo com uma pesquisa do Centro Nacional de Investigações Oncológicas, CNIO. O testaram em ratos: vivem dois anos, mas os que sofrem de stress em sua gestação, aos dois meses tinham um aspecto extremamente envelhecido. O estresse metabólico das grávidas aumenta as chances de que você sofra o bebê. O dano celular que acelera o envelhecimento ocorre durante a gestação, que é quando mais divisão celular é registrado no humano. Uma vez nascido, este dano objetivo é que as células dos órgãos.
Menos estresse, mais anos

Os bebês também sofrem

A maquiagem do rei

Reis Magos
O rei Lear (1605)
Os reis medievais já cuidavam da sua imagem, quase como hoje: usavam maquiagem e se tinha o cabelo e a barba. A análise dos restos das tumbas reais, o mosteiro de Santa Cruz, em Cascavel, confirmam que Pedro III de Aragão (1240-1285) se tinge de loiro com apigenina genisteina, uma substância que se obtém das flores amarelas de um arbusto, a tamargueira. Os pesquisadores do Museu de História da Catalunha, que restauram o mosteiro cisterciense foram encontrados resíduos dessa substância nos restos de pêlos da barba do rei e da rainha Branca de Anjou, esposa de Jaime II, o Justo. Também foram encontradas ácido carmínico na cara da rainha, o que confirma que, no século XIII, os reis também se maquillaban. A descoberta foi uma surpresa para os pesquisadores, que conheciam a existência de tratados de cosméticos da época, mas não que a vaidade da realeza levaria a pintar o cabelo.
Já então os reis tentavam transmitir uma imagem de tudo, especialmente de si mesmos, mesmo depois de mortos. A reconstrução facial que foi feito, tanto de Pedro III, como o da Branca de Anjou demonstram que a representação escultórica do jazente que aparece nas tumbas “não é um retrato fiel, mas uma idealização estética”, garante Marina Miquel, a coordenadora da pesquisa. O curioso é que, ao menos o rei, não precisava disso, porque os restos mumificados revelam que o monarca era muito alto para a época, tinha entre 1,75 e 1,80.
A maquiagem do rei

Pedro III de Aragão, que já usava

Música e humor

O jornalista de rádio Joaquín Guzmán, criador de….fm, idealizou ‘Affectology’.

O ritmo, uma questão neural
A música que criamos
LEIA TAMBÉM a reportagem Da música e o cérebro
Se você entrar no portal de streaming de música….fm, você verá que você pode escolher entre músicas com quatro estados de humor: otimista, intenso, melancólico e sentimental. Sob o nome de Affectology, a web tem levado essa mesma ideia ao estúdio de gravação, e está pedindo a vários artistas que acreditam quatro canções que se correspondem com esses estados. Joaquín Guzmán, criador do projeto, acredita que: “A música que se ouve para acompanhar um estado de espírito ou para que o provoque”. O primeiro disco desta série (há mais) se apresenta agora, e colocou em prática o que a ciência já está verificando.
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Música e humor

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Viva o vinho!

Existe o vinho perfeito?
O DNA dos vinhos
Adega submarina do futuro
A ciência da barriga de cerveja
A comida medieval
Uma molécula presente no vinho tinto pode ajudar os idosos a melhorar a sua mobilidade. De acordo com um estudo apresentado na 244 Exposição anual da Sociedade Química Americana de investigadores da Universidade de Duquesne (Pittsburgh), o resveratrol, presente no vinho tinto pode ajudar a melhorar a mobilidade de pessoas idosas, bem como evitar quedas e choques potencialmente perigosos.
O estudo foi realizado com ratos durante 8 semanas. Estes foram alimentados com uma dieta rica em resveratrol. De forma periódica, os ratos tentavam andar por uma malha de aço com alguns obstáculos, enquanto os pesquisadores jaime i de aragão anotavam o número de vezes que cada rato deu um passo em falso. Se bem que, inicialmente, os ratos mais velhos tinham mais dificuldades para evitar os obstáculos, após quatro semanas, os ratos mais velhos já estavam a par com os mais jovens. É dizer, o resveratrol não ajudou a prolongar a vida dos ratos, mas para fazer com que um rato jovem se sentisse como um rato jovem.
O resveratrol
Pertencente aos polifenóis, resveratrol está presente de forma natural em alguns vegetais (amendoim, nozes, uvas vermelhas, mirtilos…). Em outros estudos anteriores, já foram elogiado algumas de suas propriedades e efeitos em nosso organismo. Ajuda a reduzir inflamações, colesterol, reduz o risco de doenças cardíacas e alguns tipos de câncer, assim como também tem propriedades anti-envelhecimento.
De acordo com Jane E Cavanaugh, da Universidade de Duquesne, “Nosso estudo sugere que um composto natural como o resveratrol, que se pode obter através da suplementação dietética ou a dieta em si, na verdade, poderia diminuir algumas das deficiências motoras que se observam na terceira idade”.
Apesar de que o resveratrol ajuda a curar várias doenças, os pesquisadores afirmam que ele tem alguns inconvenientes. Nosso organismo não absorve com facilidade, por isso que uma pessoa de um peso de 68 kg teria que beber 4 copos de vinho tinto por dia para obter algum tipo de efeito benéfico… Hip!
Viva o vinho!

Melhora a mobilidade de pessoas idosas

O pepino espanhol: culpado

Bactérias como avatares
Hambúrgueres com bactérias
Plasma contra bactérias
Para mostra basta uma bactéria
A pomba da diarreia
Oito casos para House
Alemanha encontrou um culpado pela morte de três pessoas por uma infecção causada pela bactéria Escherichia coli: o pepino branco português. A ministra da Saúde de Hamburgo, Cornelia Prüfer-Storks, explicou que os cientistas encontraram evidências de que o foco da infecção, são três pepinos importados de Espanha, e um quarto, de origem desconhecida, está pendente de análise no Instituto de Higiene de Hamburgo. Embora o causador da infecção tenham sido os pepinos espanhóis, a poluição é possível que se produza na Alemanha, segundo reconheceu o porta-voz de Saúde e Consumo do Executivo comunitário, Frédiric Vincente: “podia dar-se o transporte ou a distribuição para as lojas na própria Alemanha”.
A bactería chega aos legumes, normalmente, através do esterco líquido com o que pagam os campos. A Escherichia coli é freqüente no intestino do gado bovino e suíno. Através das fezes passa para os legumes e destas para as pessoas afetadas. A outra opção é que o fizesse através da carne, “mas esta é mais improvável dado que a bactéria morre a temperaturas de mais de 60 graus, um nível que costuma ser superados quando se cozinha”, explica João José Picasso, chefe de Microbiologia Clínica do Hospital Clínico San Carlos de Madrid.
A bactéria Escherichia coli, a mesma que provoca a diarreia do viajante que sofreram tantos turistas, o que é comum no intestino humano, embora a causa das mortes seria uma mutação muito pouco frequente: a 0104H4. Seiscentas pessoas sofreram seus efeitos e mais de quarenta tiveram que ser hospitalizadas por sofrer de diarréia sanguinolentas. O problema com que se encontram os especialistas é que, além de ser a assassina, a infecção é difícil de controlar, já que a bactéria é resistente à maioria dos antibióticos.
Enquanto aclaram-se as causas, o medo de que tiver estendido na Alemanha levou alguns a questionar-se se é possível que a infecção chega a estender-se, dentro e fora do país, como se fosse uma gripe. A verdade é que é praticamente impossível, porque a doença só pode ser transmitida pelo contato com as fezes de uma pessoa infectada.
A ineficiência da maioria dos antibióticos para combater a doença se une a um segundo problema: quando as bactérias morrem, liberam as toxinas que contêm. Assim que a medicina convencional contra as infecções, acabar com o agente que causa, neste caso, é quase tão ruim quanto a própria infecção. “Estas toxinas obstruem os capilares menores e causar falta de oxigênio no rim, entre outros sintomas, o que dá lugar a um síndrome urémico que o rim deixa de funcionar com normalidade”, diz João José Picasso. Os casos mais graves registrados na Alemanha sofreram esta síndrome que, em muitos casos, deixa lesões irreversíveis.
O pepino espanhol: culpado

Alemanha diz que causou a infecção