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Malásia planta face às Fake News: criálas ou espalhálos pode levar à prisão

Que não aconteça com ninguém criar uma notícia falsa na Malásia a partir de agora, pois as conseqüências de escrevê-las e difundi-las nas redes podem ser nefastas e acordo muito caro para os autores. O governo do país aprovou uma lei que qualquer meio digital que não mantenha as regras do bom jornalismo, com informação confiável e de fontes confiáveis, pode quebrar a lei e ser acusado de espalhar notícias falsas (mas inclui a qualquer pessoa que tenha um blog, uma página web ou contas em redes sociais). Isso poderia supor, uma vez tivesse sido testado por um júri, que os autores se enfrentasen a penas de até 6 anos de prisão e uma multa que pode chegar aos 100.000 euros.
Muitos políticos do país e vozes de cidadãos consideram a lei como uma forma de restringir a liberdade de expressão dos meios e a melhor maneira de censurar ou de criar medo entre os jornalistas que querem tirar à luz exclusivas ou pesquisas. De fato, alguns acreditam que esta lei vai à luz para calar as vozes que acusam o primeiro-ministro do país, Najib Razak, de estar envolvido em um escândalo bilionário.
Isso sim, não só afeta a quem escrevam dentro do país, mas que também poderiam ser investigados os meios ou páginas da web que estão fora da Malásia e falasse mal do país (esperemos que não seja este o caso). Entre o tipo de notícia se incluem tudo o que possam ser reportagens, vídeos, áudios ou conteúdos que possam ser considerados total ou parcialmente falsos.
Malásia planta face às Fake News: criálas ou espalhálos pode levar à prisão

Quem não quiser spoilers? Westworld revelará todos os segredos da 2ª temporada em um vídeo

“A relação que existe entre aqueles que realizam séries e aqueles que as vêem chegou a uma nova era e a confiança tem uma grande importância em tudo isso”. Assim explica um dos criadores da série Westworld, Jonathan Nolan, a sua intenção de “spoilearse” a si mesmos na próxima leva de capítulos apresentadas na HBO no próximo domingo, dia 22 de abril. Qual a sua intenção? Que seja a própria comunidade de internautas, os que sejam capazes de salvaguardar essa informação para que não se espalhe pela rede. Sabem que é uma decisão que pode criar muita polêmica, mas entendem que os membros que acessem o vídeo ajudá-lo a distinguir entre teorias absurdas e os spoilers em toda a regra, assim, que consideram que serão os “guardiões da informação”.
Conforme foi comentado Nolan em um post no Reddit, o elenco de atores e atrizes da série têm aceitado as regras do jogo e apoiam a proposta. Em um primeiro momento, esperavam que fosse não só uma decisão que tivessem sido eles, mas algo que se votasse em comum. Por isso, pediram ontem que, se sua mensagem chegou a 1.000 votos (já superam os 3.000), fariam público o vídeo com todas as mudanças de roteiro, as surpresas e a linha que seguirão todos e cada um dos personagens que fazem parte desta segunda temporada.
Após uma primeira série de capítulos em que muitos dos principais segredos é desvelaban, sem rima nem são as principais web que acessam usuários que são fãs das séries, os criadores consideram que, para que isso não volte a ocorrer, melhor que o façam eles e com um estilo muito mais condizente com o que realmente vai acontecer na série. Desta forma, acreditam que se devem evitar as múltiplas teorias que surgem na Internet e não levam a nada (que são, de certa forma, spoilers também).
No momento, não avançou uma data em concreto para sair à luz desse vídeo, mas entendemos que cumprem a sua palavra a menos, isso sim, que a HBO se recuse a que isso aconteça. Mas no caso de que se chegue a publicar, como vós que fareis? O Abriréis a caixa com todos os segredos ou esperaréis a ver os capítulos para deixá-los surpreender? Cuidado, que a curiosidade matou o gato…
Aqui está um avanço da temporada, sem spoilers…
Quem não quiser spoilers? Westworld revelará todos os segredos da 2ª temporada em um vídeo

Como pode um robô com inteligência artificial aprender de um cão?

Reconhecer a diferença entre um humano adulto e um bebê, de uma forma segura é uma superfície para poder pisá-la e passear por ela, subir e descer escadas ou até mesmo como evitar rapidamente um carro antes de ser atropelado. Estas são algumas das ações básicas “cão-robô” que uma equipe de pesquisadores do Instituto Allen, da Universidade de Washington tem ensinado uma rede neural artificial para que seja capaz de interpretar o comportamento dos caninos. Basicamente, foi treinada para pensar como um cão, e possa adquirir habilidades, sem a necessidade de ser programado para isso.
Para conseguir fazer isso, os pesquisadores tiveram primeiro que coletar informações. Fizeram-no em forma de vídeo e dados de movimento que conseguiram captar o comportamento de um cão chamado Kelp (um malamute do Alasca). No total, foram gravadas 380 vídeos curtos com uma câmera GoPro colocada na cabeça do cão. Além disso, serviram-se de diferentes sensores distribuídos ao longo de todo o seu corpo, incluindo as pernas. Para que vos torneis uma ideia, o modo de trabalho é o mesmo que quando os atores de Hollywood são gravados com tecnologia CGI (para recriar personagens como Gollum de “O Senhor dos Anéis” ou Thanos na última de “Os Vingadores”).
Neste caso, Kelp foi gravado em sua vida diária, recebendo estímulos naturais de caminho para o parque, jogando bola ou vivendo em casa com outros seres humanos e animais. Desta forma, o grupo de pesquisadores foi capaz de detectar a informação necessária que pode ser aprendida pela rede neural artificial. Você lembra do cão-robô de Boston Dynamics do que vos temos falado em outras ocasiões? Acaso imaginam que, em vez de ter que programar com um longo código-fonte para que realize determinadas ações pode usar o que aprendeu por um cão de verdade? Saberia que com um bebê há que medir a força, que certas superfícies não devem ser pisadas, se não queremos deixar-nos cair ou que para atravessar uma estrada é necessário, primeiramente, certificar-se de que não vem carro.
Isso sim, os robôs que são alimentados por esta tecnologia não será uma imagem paralela do cão, mas que aprendem de sua forma de se comportar para antecipar-se aos mesmos estímulos que, em seu momento, recebeu o can. Assim, é provável que não faça o que esperamos, mas o mero fato de que o próprio sistema tenha sido capaz de acrescentar ao seu conhecimento de certas ações básicas é um passo enorme dentro deste tipo de projectos. Realmente, não tiveram que programar certas ações, mas o próprio programa acabou por interiorizarlas (o que significa a eliminação de uma grande carga de trabalho).
Agora, o futuro passa por adaptar esta tecnologia não apenas ao mais cães, mas para outro tipo de animal de que aprender instintos que um humano levaria meses em agendar.
Como pode um robô com inteligência artificial aprender de um cão?

Os chimpanzés gostam de comer cérebros

Os chimpanzés se alimentam basicamente de frutas e plantas, mas também não têm receio de comer carne quando a têm a seu alcance. De fato, as espécies de macaco mais pequenas costumam figurar entre suas presas habituais. E às vezes podem até comer a outras filhotes de chimpanzé logo depois de ocorrer o parto. Mas, o que parte da anatomia desses animais é a sua favorita?
Um novo estudo realizado na Tanzânia, e cujos resultados foram publicados no International Journal of Primatology, revela que a carne proporciona aos chimpanzés vitaminas A e B12, zinco, ferro e outros nutrientes que não podem ser encontradas em plantas. Mas, além disso, descobriram que, se a presa for um macaco adulto, os chimpanzés, que preferem comer seus órgãos, especialmente o fígado, que é muito rico em gordura.
Mas, em contrapartida, se se trata de uma criação, a preferência dirige-se então para o cérebro, que contêm muitos nutrientes e gorduras.
Fonte: IFL Science.
Os chimpanzés gostam de comer cérebros

Descobrem qual é a origem deste fabuloso tesouro sevilhano

Em 1958, um pedreiro, em sevilha chamado Alonso Funcho do Pinho descobriu, enquanto trabalhava, um bracelete de ouro que faltava um elo. O trabalhador e os seus companheiros continuaram a cavar, tentando encontrar a peça que faltava, e o que encontraram foi um cofre que continha muitas outras peças de ouro.
Aquele achado foi batizado como o nome de O Tesouro de El Carambolo, e sempre esteve ligada com a mítica cidade de Tartessos. Embora, posteriormente, alguns pseudoinvestigadores especularam com que, na realidade, aqueles artefatos podiam proceder de Atlântida. Outras teorias mais sensatas especulaban com que fosse de origem fenícia.
Mas, agora, um novo estudo cujos resultados foram publicados no Journal of Archeological Science, resolveu o mistério. E o resultado é que, claro, não era a Atlântida, mas também de Tartesso, nem de origem fenícia. Os pesquisadores já determinaram a sua antiguidade, em torno do século III antes de Cristo e foram encontradas semelhanças geológicas com outras peças de ouro, lavradas na península ibérica, naqueles tempos. O que implica que seus criadores foram mineiros iberos do sul de Portugal.
Fonte: IFL Science.
Descobrem qual é a origem deste fabuloso tesouro sevilhano

Este verme gigantesco é o único que pode acabar com as baratas

O Lineus longissimus, também chamado gusado laço de bota, vive nas costas do norte da Europa, e é considerado o animal mais alrgo do mundo, já que alguns exemplares alcançam os 50 metros. E, agora, uma equipe do Departamento de Química Medicinal da Universidade de Uppsala, na Suécia, descobriram que a criatura é o melhor remédio para acabar com as invencíveis baratas.
O verme tem um ferrão através do qual injeta uma espécie de baba venenosa, que é inofensiva para os humanos, mas letal para os insetos. Os investigadores suecos analisaram o conteúdo da mesma e acharam até 18 compostos tóxicos que acabavam instantaneamente com as quase indestrutíveis baratas.
E, paralelamente a este estudo, foi lançado outro realizado pela Universidade Normal do Sul da China, em Guangzhou, que revela algumas das chaves evolutivas que permitiram as baratas se tornar uma das espécies mais resistentes que existem. E é que estas criaturas possuem um agudo sentido do olfato, o que lhes permite detectar os alimentos fermentados, e um sistema de regeneração interna único, que lhes serve de proteção contra quase qualquer substância tóxica que os afeta.
Além disso, são dotados de, pelo menos, 20.000 genes diferentes, o que lhes dá uma capacidade de adaptação realmente surpreendente.
Fonte: ScienceAlert.
Este verme gigantesco é o único que pode acabar com as baratas

Já pode reservar um lugar no primeiro hotel espacial pagando us $ 800000 por noite

Agora que o turismo já chega de massa até o último recanto do planeta, para as pessoas que desejam ir a algum lugar em que muito poucos seres humanos que tenham estado antes, não lhes resta mais remédio que olhar para o espaço. E, agora, já é possível reservar um lugar na Obion Span, um hotel de luxo espacial que, se tudo correr conforme o previsto, começará a orbitar em torno do nosso planeta no ano de 2021. O problema é que o preço não é barato, já que quem deseja desfrutar de uma experiência como essa vai ter que desembolsar cerca de 800.000 dólares por noite. E, dado que o programa completo inclui passar doze noites nesse hotel espacial, é fácil compreender que só uns poucos podem pagar.
Aqueles que se apontem terão que submeter-se, além disso, a vinte e quatro semanas de treinamento para se acostumar com as condições de gravidade zero que haverá no hotel. Mas não é um pouco arriscado pagar antecipadamente tanto dinheiro? Os responsáveis pelo projeto afirmam que essa quantia será reembolsada os clientes se por qualquer motivo o hotel espacial não chega a entrar em órbita.
Convém assinalar que, embora os projetos focados no turismo espacial estão se desenvolvendo desde o final do século XX, até à data, todos foram um fracasso. Em 2001, o bilionário Dennis Tito se tornou o primeiro turista espacial, ao passar vários dias na ISS. Mas, desde então, não houve nenhuma outra novidade no terreno. De fato, o primeiro hotel espacial teria que ser aberto no ano de 2011, embora o projeto nunca se tornou realidade.
Atualmente, Elon Musk, Jeff Bezos e Richard Branson estão muito interessados em fazer com que o turismo espacial se torne algo real. O tempo dirá se o conseguem. De momento, Benidorm parece uma opção mais segura.
Fonte: ScienceAlert.
Já pode reservar um lugar no primeiro hotel espacial pagando us $ 800000 por noite

A partir do dia 11 de abril, as batatas fritas são diferentes e mais saudáveis Por quê?

As batatas fritas são realmente deliciosas. Mas tem dois problemas. Engordam e não são muito saudáveis se abusa delas. Mas, a partir do dia 11 de abril, serão um pouco mais saudáveis, já que essa é a data em que entra em vigor o regulamento 2017/2158 da Comissão Europeia, que estabelece, entre outras diretrizes, medidas para reduzir o teor de acrilamida deste alimento preparado.
A acrilamida é um composto orgânico que gera em muitos processos industriais, e que foi classificado pela Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer como provável cancerígeno para a saúde humana. E o problema surge devido a que este composto está presente nas batatas fritas, e também em outras frituras como os churros.
Há que especificar que as batatas não contendo acrilamida, mas que o composto é gerado ao freirlas a temperaturas de 120 ° ou mais. Por isso, se comem cozidas ou assadas não há perigo de ingerir tal substância. A Autoridade Europeia para a Segurança Alimentartia foi estimado em 170 micrógramos diários, o limite a partir do qual a acrilamida pode ter algum impacto sobre o desenvolvimento de tumores. E as análises feitas diversas marcas comerciais de batatas fritas revelaram que continham entre 108 e 2.000 micrógramos.
Por esse motivo, a partir do dia 11 deste mês, os fabricantes deste produto estão obrigados a tomar as medidas necessárias para reduzir os níveis deste composto. E que ninguém se inquiete, pois esta alteração não prejudica em absoluto com o seu delicioso sabor.
A partir do dia 11 de abril, as batatas fritas são diferentes e mais saudáveis Por quê?

Reconstroem o rosto de um Homem de cromagnon, que tinha tumores no rosto

Os primeiros vestígios do Homem de cro-magnon foram descobertos em 1869 em uma caverna da França. Tratava-Se de cinco esqueletos que, em aquellla época, constituíram-se os ossos de um humano moderno mais antigos conhecidos. E entre todos eles, destacava-se especialmente o crânio de um homem, devido a que mostrava em seus ossos estranhas marcas, cujo mistério permanece indecifrável até agora.
Não estava claro se tinham sido causadas na vida daquele homem, ou se tinham produzido depois de sua morte. Mas, agora, uma equipe de antropólogos forenses da universidade de Paris-Descartes, na França, são dados seu rosto e ter desvendado o mistério.
Os pesquisadores descobriram que aquele homem, que viveu há cerca de 28.000 anos, sofria de neurofibromatose tipo 1, uma doença de pele que provoca o aparecimento de tumores benignos no rosto. Uma afecção que pode ser visto claramente na magistral reconstrução que fizeram do rosto deste homem do passado.
A fonte. IFL Science.
Reconstroem o rosto de um Homem de cromagnon, que tinha tumores no rosto

No início, as torrijas não tinham nada que ver com a Semana Santa

Sem dúvida, as torrijas são o doce, por excelência, a Semana Santa espanhola. Só em Madrid, de acordo com números da Associação de Pasteleiros, estima-se que foram vendidos quase quatro milhões de unidades. E a isso deve ser acrescentado que se preparam em cada casa. Mas qual é a origem desta sobremesa e por que nós acabamento vinculado o seu consumo para estas datas tão específicas?
Como tantas outras receitas, a sua origem é muito vago, mas parece que neste caso encontra-se no continente europeu. De fato, a primeira referência a uma sobremesa semelhante foi feita por Marco Gavio Apicio, um gastrónomo romano do século I, que menciona uma receita para mergulhar fatias de pão frito no leite, mas não fala nada do ovo, nem dá nenhum nome em particular, referindo-se a ela como “outro prato doce”.
Em Portugal, a primeira referência concreta sobre elas datado do século XV, e foi feita pelo poeta e músico Juan del Encina, que já dá o nome de torrejas. Mas o que mais chama a atenção é que não liga para nada com a Semana Santa. Segundo seu relato, era um tipo de sobremesa que se costumava dar às mães recentes e as mulheres que estavam a ponto de dar à luz. Aparentemente, acreditava-se que ao tomar um doce frito embebido em leite, não só recuperavam as energias, mas também incentivou a produção de leite materno para amamentar o bebê.
Mas, então, por que acabou vinculando o consumo deste sobremesa algumas datas com um forte sentido religioso? Parece que não há até o século XIX provas escritas de tal vínculo, o que poderia ser muito recente. Sobre as causas da mesma, há várias teorias. Por um lado, há quem pense que, como a carne e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, alguém poderia ter a idéia de que as torrijas de vinho (em lugar das de leite) podem ter um significado místico de acordo com esta celebração religiosa.
Embora a teoria mais aceita é a de que, por ser uma sobremesa muito energético, era ideal para comê-lo na Quaresma, quando estava proibido de consumir carne. Além disso, era muito barato, por isso que era o ideal para ser consumido pelas classes populares. De cada vez que era muito útil para reciclar o pão que tinha ficado rígido, em um tempo em que não estavam as coisas para lhe permitir desperdiçar nenhum recurso.
No início, as torrijas não tinham nada que ver com a Semana Santa