Genoma anticâncer

Mieloma múltiplo

câncer não dorme
câncer a fundo
Células canibais
Câncer de olho
Comparar a sequência do genoma de células saudáveis e cancerosas de 38 pessoas com diagnóstico de mieloma múltiplo (um agressivo câncer de sangue) para criar um mapa molecular com o que saber o que está indo errado com esta doença.
Este avanço, publicado em um artigo na revista Nature, pode servir para criar novos medicamentos mais eficazes contra o câncer e determinar qual vai ser a resposta de alguns pacientes a drogas que estão sendo testados atualmente para outros tipos de cânceres.
Até à data, tinham sido realizados muitos estudos em que se analisou em detalhe apenas uma amostra de câncer. Os responsáveis do artigo publicado recentemente, uma equipe de pesquisadores liderados por Todd Golub, diretor do programa de câncer do Instituto Broad, nos EUA, conseguiram o primeiro publicado análise de vários genomas completos do mesmo tipo de câncer.
De acordo com Golub, a simples sequenciamento do genoma de um tumor não oferece a informação necessária, já que ele precisa olhar através de muitos genomas do câncer e poder descobrir, assim, as mutações que são recorrentes em baixas freqüências para poder obter padrões emergentes.
No entanto, terá que esperar mais tempo até que se possam obter resultados práticos. Atualmente, não há nenhum ensaio deste tipo de medicamentos neste subgrupo de doentes com mieloma múltiplo em marcha, embora Golub indica que há discussões em curso. “O campo avança de tal forma que esperamos sequenciamento de muitos milhares de genomas de diferentes tipos de câncer nos próximos anos”, destaca o especialista.
Genoma anticâncer

Um novo sistema

Dentro do aplicativo extremas

Postos a buscar fórmulas extremas, por que não comer um sapato, como se fosse um balão intragástrico.

Cérebro obeso
Regimes disparatados
Dietas dos cinco continentes
Dieta para ser mais espertos
menos calorias, mais anos
O frio cura e emagrecimento
Cada dia mais pessoas se entregam a dietas malucas de eficácia duvidosa. A metade abandona antes de um mês. Basta espreitar o repertório das dietas mais necessárias para entender os disparates da magreza. Enquanto alguns contam as calorias, outros contam as vezes que mastigam um bocado de alimento. Poderia chamar-se a dieta de saturação, mais por tédio do que por preocupa. Foi idéia de Horace Fletcher, também chamado de “o grande essas espécies”, que viveu no século XIX.
Uns voltam os olhos para a idade das cavernas: carne vermelha, peixe, vegetais crus, frutas e raízes. Outros são inspirados a Bíblia para compor seus menus. Don Colbert, autor de o Que Jesus comeria, propõe-se excluir os alimentos processados, e o pastor George o primeiro show do retorno convida a experimentar a dieta do Aleluia, inspirada no livro de Gênesis: 80% de todos os alimentos devem ser crus.
Qual preço estamos dispostos a pagar pela magreza extrema? Em Portugal, cerca de 2.000 € anuais. A Associação Portuguesa de Nutricionistas e Nutricionistas, AESAN, calcula-se que quase a metade dos tratamentos são falsos, e um em cada três casos as perdas são pouco saudáveis. Emagrecer é o sonho de 40% da população. Daí a fazer parte da geração dieters (passam a vida provando dietas), há um passo, e às vezes é traiçoeiro. Há que se vai das mãos e consegue um tipito de morte, no sentido literal.
O prato das “celebridades”
Hollywood é um bom exemplo disso. Lá, a dieta da zona é quase uma religião. Foi criada por Barry Sears e achica até a ridiculez as porções de carboidratos, proteínas e gorduras permitidas em cada refeição. Outro médico, Louis J. Aronne, recolheu sua volley de mandamentos no livro The Skinny, cujas páginas incitam a comer nu em frente ao espelho, ou a substituir um prato por mascar um chiclete.
Algumas estrelas dominam a balança com medicamentos para tratar o déficit de atenção e tem como efeito secundário o controle do apetite e perda de peso. Outras, com álcool. O ator Tom Cruise, somente de acordo com o rumor popular, pratique sexo com sua esposa, Katie Holmes, para completar a dieta. No entanto, a sua amiga Victoria Beckham poderia liderar a geração dieter. Seu livro de cabeceira, Skinny Bitch ” –algo como “puta fina”– é toda uma declaração de intenções. Para dietas idiotas, nenhuma como a de atriz pornô Kim Kelly. Sua proposta é a “proteína” pura”, que extrai do sêmen de seus amantes.
De todos modos, o mundo das celebridades é referência equívoco. Nos carregam de tópicos e acabam desvirtuando os modelos de alimentação saudáveis. 10% dos adolescentes britânicas salta o pequeno-almoço ou o almoço para poder olhar o tamanho de Victoria Beckham.
Efeito yo
“Suas dietas abusivas são insuficientes, inconsistentes e sem os nutrientes indispensáveis para o organismo. Além disso, conseguem um efeito yo. O paciente passa fome e, quando não pode mais, a polícia e os quilos voltam ao seu lugar.
No caso dos homens, a maioria dos transtornos alimentares têm sua origem em uma dieta selvagem durante a infância ou a adolescência”, explica Montserrat Sánchez, diretora do Instituto de Doenças do comportamento alimentar de Barcelona.
“De baixa caloria dietas restritivas são a porta de entrada da anorexia, bulimia e outros distúrbios”, acrescenta o professor de Psicologia da Universidade de Oviedo Isaque Amigo. “Quando a dieta falha, a pessoa procura outras manobras, como vomitar depois de comer, diuréticos, laxantes ou jejum.
Como isso não funciona, está perdendo o controle sobre a sua conduta, até chegar a comportamentos extremos como ineficazes: tomar medicamentos para dormir para dormir ao longo da manhã e, assim, evitar a ingestão durante este tempo, não comer até meio da tarde, o que se traduz em pouco saudáveis vespertino, ou não jantar, quando se sai à noite, já que o álcool traz calorias.
Publicidade lesar
A pressão por uma silhueta delgada acaba marcando nossa autoestima e a nossa posição social. O pior é que o peso é uma preocupação universal. Um scanner com ressonância magnética realizado na Universidade de Utah, revelou que, ao contemplar a imagem de uma pessoa com excesso de peso, o cérebro da mulher, tanto com problemas de alimentação como sem eles, ativa suas áreas vinculadas com a infelicidade extrema e a autofobia.
Os publicitários têm comprovado de forma fidedigna. Um estudo da Universidade do Arizona determinou que os anúncios protagonizados por mulheres de tamanhos grandes fere a auto-estima do público feminino.
Mas custa imaginá-la enzarzada nestas lutas, agora se entende por que a dama de ferro Margaret Thatcher foi submetida a uma severa dieta à base de ovos, quatro diárias durante duas semanas– antes de cruzar a porta do número 10 de Downing Street, em 1979.
Dentro do aplicativo extremas

A tirania da magreza causa furor

Dormir para adelgazar

Juanjo Desejo QUO deixou que continuasse dia-a-dia para o seu tratamento contra a obesidade. Em dois anos perdeu cerca de 50 quilos.

A tribo obesos
Animais dormindo
Juanjo pesa 134 quilos, o dobro do que o ideal
Tirar a horas ao sono reduz os benefícios de seguir uma dieta, de acordo com um estudo publicado na revista Annals of Internal Medicine. Seus responsáveis, uma equipe da Universidade de Chicago (EUA) analisaram a dez voluntários com excesso de peso, que seguiam uma dieta. Os indivíduos que dormiam de forma adequada, uma média de oito horas e meia, passou mais da metade de gordura. No entanto, os que dormiam menos só conseguiam descer uma quarta parte de gorduras.
Os cientistas, liderados por Plamen Penev, descobriram também que os voluntários que reduziram as horas de sono produziram maiores níveis de grelina. Este hormônio estimula o apetite, reduz o gasto de energia, promove a retenção de gordura e aumenta a produção de glicose. Por seu lado, os voluntários que dormem o suficiente não registraram mudanças em seus níveis de grelina.
De acordo com Penev, os resultados em pessoas que dormem pouco podem ser ainda piores, já que durante o estudo, todos os voluntários foram controlados de forma estrita e não lhes foi permitido ingerir calorias extras.
Dormir para adelgazar

Reduz a gordura corporal

Celular não causa câncer

A pesquisa foi feita entre usuários que utilizavam muito o telefone

O móvel causa câncer?
2011 com menos câncer
O móvel causa câncer?
Um móvel anti-câncer
Você pode provocar câncer e o celular?
Com nove lados
Se ou não? Os cientistas continuam a investigar se o uso continuado de móveis causa ou não de câncer, e de momento parece que ganha não. O último dos estudos acaba de fazê-lo público, o British Medical Journal e tem o valor de que, pela primeira vez, investigou os efeitos a longo prazo sobre um grupo de população muito amplo.
Os cientistas do Instituto de Epidemiologia de Câncer de Copenhaga têm seguido a 358.403 usuários de celular durante 10 anos, que 10.729 desenvolveram um tumor. Depois de analisar os dados com a incidência e os tipos de câncer que foi diagnosticado com o resto da população dinamarquesa, chegaram a uma conclusão: não existe mais risco de desenvolver um tumor por usar muito tempo este dispositivo. Também descarta que as ondas eletromagnéticas que se irradiam os móveis aumentem a possibilidade de um câncer no cérebro, tal como havia sido apontado em alguns estudos.
As pesquisas foi lançado seis meses depois que a Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, IARC, lance os móveis entre os agentes potencialmente cancerígenos. A agência, dependente da OMS, tomou esta decisão depois de analisar as pesquisas realizadas até então, mas recomendou continuar investigando para chegar a uma conclusão definitiva.
O primeiro estudo já chegou e desmente categoricamente a vinculação dos telefones com o câncer. Ainda assim, os próprios cientistas do Instituto de Epidemiologia do Câncer de Copenhaga dizem que há que continuar a investigar a questão: “Como o aumento do risco, tanto leve como um moderado, em pequenos grupos de usuários muito ativos durante um período mais longo do que 10 ou 15 anos, não pode ser descartada, estudos futuros devem assegurar uma análise mais abrangente, de tal forma que sejam minimizados os erros potenciais na classificação ou a parcialidade na seleção”. No mesmo sentido se manifesta o editorial do British Medical Journal que assinam os professores Anders Ahlbom e Maria Feychting, do Instituto Karolinska, da Suécia.
Celular não causa câncer

Estudo sobre 350.000 pessoas

Há bebidas inesquecíveis

Álcool para fazer amigos
álcool e sexo
Estresse, álcool e outras razões
Bebidas gourmet
Bebidas ao microscópio
A ciência da barriga de cerveja
As fresas protegem o estômago
O prazer de saborear um bom vinho experimenta 60% da população adulta portuguesa, que declara beber álcool regularmente.
Esta “confissão” em massa nos coloca na sétima posição do ranking de consumidores em todo o mundo. A culpa têm os romanos, que foram os primeiros a produzi-lo e perfumarlo com ervas. Depois chegaram os árabes, descobridores dos segredos da destilação, após eles, um professor da universidade de Montpellier, que ganhou diversos destilados que aplicou na medicina. Não demoraram a encontrar suas virtudes para satisfazer o paladar humano.
Hoje, cada português bebe, em média, 10 litros de álcool puro por ano. Deles, 5,8 são de vinho e espumante, 2,8 destilados, como o whisky e a genebra, e 1,4 litros são de cerveja. Saúde.
As taças em números
Saudável: 40 por cento dos espanhóis assegura a não beber álcool durante uma semana normal.
A falta de hábito de beber álcool continua sendo mais comum entre as mulheres (63%) e os jovens de 18 a 29 anos (42%).
Os que bebem habitualmente costumam tomar duas bebidas alcoólicas por semana.
83% dos jovens que saem de zonas de copas nos fins de semana reconhece consumir álcool, e 43% consome bebidas de alta graduação.
A cerveja é a menos consumida pelos seguidores da garrafa: apenas 7,8 %.
O álcool é responsável por 40% das mortes por acidentes de trânsito, 46% das mortes por homicídios e 25% dos suicídios.
Efeitos do álcool
Absorção
É rapidamente absorvido no estômago e passa para o sangue. Começa a fazer efeito é de, aos 5 ou 10 minutos.
Visão
Deteriora certas terminações nervosas, entre elas, as do nervo óptico, que transmite a imagem normalmente, esta é a razão de que se veja duplo.
O fígado em ação
É o fígado, o que elimina o álcool, e o faz a uma velocidade, não superáveis, de 6 a 7 gramas por hora, o que equivale a meia lata de cerveja a cada hora.
Rins
O etanol que contém o álcool é um diurético que faz com que os rins não reabsorban líquido. Dessa forma, a bexiga se enche com muita facilidade.
Palpitações
O coração precisa bombear mais sangue, para fazer chegar de oxigênio para o cérebro. Por isso, aparecem as palpitações e aumenta o risco de acidente cardiovascular.
Diminuição de açúcar no sangue
Pode reduzir a quantidade de açúcar –uma das principais fontes de energia do cérebro– no sangue. Beber muito, sem ter comido nada em pouco tempo esgota os hidratos de carbono no fígado.
Vómitos
Em sua viagem do esôfago ao estômago, o álcool produz uma molestísima acidez, que pode terminar em vómitos ou refluxo gastroesofágico.
Fracasso sexual
Mas parece que uma dose estimula o desejo, o certo é que o seu abuso impede o correto fluxo de sangue até o pênis, e a consequência é o temível gatillazo.
O dia depois
Mal-estar geral
Após uma noite de bebedeira, o corpo tem que conseguir recuperar o equilíbrio químico, e isso leva pelo menos 24 horas.
Tremores
O álcool estimula a produção de insulina faz com que se reduzam os níveis de glicose no sangue. Estes baixos níveis são responsáveis de ocorrência de tremores.
Dor de cabeça
A desidratação no cérebro afeta os neurotransmissores, o que, unido a uma dilatação dos vasos sanguíneos, produz enxaquecas e dores de cabeça.
Sem apetite
Às 24 horas provoca a chamada progressiva, dado que pequenas, ou depósito de gorduras. Como o fígado quer metabolizar rapidamente o álcool, esquece-se de remover os lipídios (gorduras e triglicérides) no sangue, e isto provoca uma sensação de saciedade.
A longo prazo
Cirrose
O consumo abusivo durante longos períodos afeta principalmente o fígado, e pode provocar cirrose.
No pâncreas
Gera acúmulo de gordura nas células,o que pode inflamar o pâncreas e produzir dor. Embora este remeta, a lesão pode ser irreversível.
Anemia
Para metabolizar o etanol são consumidos vitaminas, e isso produz hipovitaminosis. Descem os valores de ácido fólico e de ferro, e chega a produzir anemia.
Câncer
Por cada 20 gramas de álcool consumidos diariamente aumenta o risco de câncer na cavidade oral 19%, de faringe 24%, e de laringe 30%.
Osteoporose
Na mulher provoca menopausa precoce e aumenta o risco de osteoporose.
Falsos tópicos
O álcool é um estimulante e tem um importante efeito energético. NÃO
É perigoso para o coração e pode chegar a danificar a musculatura cardíaca. SIM
O álcool alimenta, não só engorda. Abre o apetite e aumenta o desejo sexual. NÃO
O álcool é eliminado antes com chuveiros de água fria, tomando café, fazendo exercício ou vómito. NÃO
Há bebidas inesquecíveis

Portugal ocupa o sétimo lugar no consumo mundial de álcool. Acima de tudo, bebemos vinho e cava, como manda a tradição.

Não consigo me concentrar

Ícones de transtornos mentais
Calcule sua idade biológica
Por que são hiperativos?
Geralmente, os pacientes com TDAH apresentam conflitos em suas relações interpessoais. O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um dos problemas mais comuns na infância. Nem sempre se resolve durante a adolescência e persiste na idade adulta, em 30 a 50% dos casos.
Entre os sintomas mais freqüentemente relatados por 92% dos adultos com história de TDAH durante a infância, são as dificuldades para concentrar-se em um estímulo ou um objeto, mudar o foco de atenção e terminar as tarefas.
Os componentes verdade, estes são menos frequentes e incluem interrupção permanente de tarefas, dificuldade para esperar sua vez, assim como inquietação e movimento excessivo. Em geral, os adolescentes têm um bom número de problemas escolares e os adultos muitos conflitos no trabalho.
Algumas pessoas diagnosticadas com TDAH residual costumam procurar assistência médica e/ou psicológica. O fazem por uma ou várias das seguintes razões:
Vivem muitos problemas trabalhistas severos, mudam constantemente de atividade laboral ou sentem que o seu trabalho não os promovem rápido, apesar de ser aparentemente eficientes.
Têm conflitos em suas relações interpessoais e de casal.
Além disso, sentem-se frustrados por não atingirem seus objetivos, só conseguem um pouco do que se propõem.
Um fator que reduz o reconhecimento de TDAH, especialmente em casos de hiperatividade, é a proporção de jovens, ou de alterações associadas. Mais de 50% dos sujeitos diagnosticados com TDAH apresentam algum transtorno psiquiátrico, por exemplo, dificuldades emocionais, ansiedade, problemas de aprendizagem, uso de drogas, problemas de conduta, etc., Em adultos e em adolescentes como os transtornos associados podem ser mais marcantes que o TDAH.
No diagnóstico, é necessário distinguir se se trata de doenças crônicas e permanentes, ou se estão associadas com alguma situação particular, como angústia, depressão, ansiedade ou uso de medicamentos.
Os adultos foram identificados cinco grupos de sintomas diferentes: problemas com a ativação e organização para o trabalho, dificuldade para manter ou sustentar a atenção (constantemente sonham acordados ou distraem-se ao ouvir ou ver).
Além disso, a dificuldade para manter a energia e o esforço (são inconsistentes em sua produção), mau humor e sensibilidade à crítica, problemas de memória (se autoclasifican como esquecidos).
Será que tenho TDAH?
Para chegar a um diagnóstico preciso, é necessária uma avaliação profissional.
O diagnóstico é feito sobre sintomas observados em situações múltiplas.
Não consigo me concentrar

Como se manifesta o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade em adultos?

A diabetes é herdado

Cura para a diabetes
Diabéticos e sem fio
Podem instituir sonhos
Se o seu pai seguiu uma dieta alta em gordura, você tem mais chances de desenvolver diabetes tipo 2. Assim, verificava há pouco tempo um estudo publicado na revista Nature, que mostra pela primeira vez que um fator não genético, a alimentação, o que pode transmitir o homem para a próxima geração.
Para chegar a essa conclusão, os responsáveis do estudo, liderados por Margaret Morris, da Universidade de New south Wales, em Sydney (Austrália), realizaram um experimento com ratos. Alimentaram os exemplares macho com uma dieta alta em gorduras, o que lhe produziu uma grande obesidade e intolerância à glicose, a base do problema de diabetes. Depois de cruzar com fêmeas normais, e as suas crias do sexo feminino foram também diabéticas.
Em princípio, o estudo só prova que essa transmissão ocorre de os progenitores homens a suas filhas, mas Morris acredita que este risco seria o mesmo com filhos.
Até agora, sabia-se que os pais com obesidade e / ou diabetes são mais propensos a ter filhos que desenvolvem as mesmas condições, quer por um maior risco genético ou por uma inadequada dieta da mãe durante a gestação. No entanto, este estudo indica também a responsabilidade dos pais homens por fatores ambientais.
A diabetes é herdado

Se o seu pai come muita gordura

O pacemaker mais pequeno

O coração do bebê batendo a 35 batimentos por minutos em vez de entre 100 e 120, o número normal. Este é um fragmento do eletrocardiograma.

com coração
Chocolate para o coração
Curar um coração partido
Chá e café cardiosaludables
Coração de ouro
Coração masai
O pacemaker mais pequeno do mundo, que mede dois centímetros de diâmetro e pesa oito gramas de peso, tornou-se o salva-vidas de uma menina que foi operado quando tinha apenas um dia de vida no Hospital Virgen de las Nieves de Granada. Já foi dada alta. O bebê pesava um quilo e meio ao nascer e estava sofrendo de um bloqueio induzir a taquicardia associada, uma malformação congênita que foi diagnosticado na semana 32 de gestação. A lesão era “incompatível com a vida”, de acordo com o equipamento médico. Seu coração batia a 35 batimentos por minuto, em vez de 100 ou 120, que alcança o de um bebê normal, assim que os cirurgiões cardiovasculares optaram por provocar o parto por cesariana para poder operar o quanto antes.
Cinqüenta minutos durou a intervenção. Muito pouco tempo, mas “muito tenso”, segundo confessou Abdo Abdallah, o cirurgião que a operou e que, talvez, você deverá fazê-lo de novo, porque a solução que se tem buscado é provisória. Graças a ela, a menina foi capaz de sobreviver e crescer com normalidade até que atinja um ano, então deve ser operado de novo para resolver o problema que sofre.
Dez em cada dez mil recém-nascidos sofrem de uma doença congênita, a malformação mais comum durante a gravidez (6,5 vezes mais do que as cromossómicas). Nos primeiros anos de vida são responsáveis pela metade da mortalidade infantil. O preocupante é que, até há pouco tempo, esses problemas eram os menos diagnosticadas. No entanto, a incorporação de novas tecnologias, permite agora detectar a tempo e procurar uma solução em grande parte dos casos, como aconteceu em Granada. Às vezes, a solução é operar antes de nascer. Os especialistas prevêem, além disso, que no futuro a tecnologia permititirá estudar o coração em 3D em movimento e facilitará que seja detectada a presença de 85% dessas malformações.
O pacemaker mais pequeno

Implantado um bebê de um dia

Implantes que crescem contigo

As varetas da coluna são elongadas através de ímãs.

Fique em forma enquanto dirige
Contra a dor nas costas
O yoga tem sua ciência
Um dos problemas de escoliose infantil é a obrigação de passar pela sala de operações à medida que a criança cresce. Para evitá-lo, na Universidade de Hong Kong desenvolveram umas barras de crescimento controladas magneticamente que evitam as reintervenciones sucessivas. Com uma única cirurgia, e aplicando de forma periódica uns ímãs, consegue-se que a referida haste telescópica se prolongue conforme cresce a coluna do pequeno. De momento, cinco pacientes responderam com sucesso ao tratamento, de acordo com a publicação The Lancet.
Implantes que crescem contigo

Reduzirão as operações de costas

A ciência sem sangue entra

A chave: Como alfabetizar em ciência para as crianças?

Matemática em um guardanapo
Matemática para iniciantes
O legado de Hipatia
O que aconteceria se o núcleo da terra é enfriase?
140 “novas” Terras
A Terra, uma bola de neve
“A ciência é divertida”, repetem uma e outra vez os pitagorines. No entanto, geração após geração, muito poucos alunos se passam em grande fazendo equações. Por quê? A pergunta que se tornaram cientistas e professores. A colaboração De ambos nasceu o Projeto ILUMINA para analisar como se dão as ciências na escola e sugerir como melhorá-lo. Começam a detectar um problema: as ciências são mal vistas. “Uma pessoa que sabe matemática ou astronomia não é considerado culto, como acontece com alguém que sabe de literatura ou pintura”, diz Digna Absolutismo, professora de Didática da Universidade Autónoma de Barcelona e a secretária executiva da LIGA.
Assim, os professores de ciências partem com um primeiro problema, tem que ensinar alguma coisa com pouco reconhecimento social. A isto junta-se um segundo problema, as horas reservadas para a física, a biologia ou a geologia-se reduzido, enquanto que os conteúdos ainda são tão extensos. Nessas condições, tentar dar toda a matéria se transforma em uma corrida contra o tempo, dizem os professores. E um terceiro problema, que acrescenta nada menos do que um Nobel de Química, Harold Kroto: “Nossos professores ensinam coisas que não sabem o porquê”. O Nobel britânico disse em Madrid diante de um auditório de professores de ciências para os que punha à prova: “Que levante a mão os que saibam explicar o porquê de a força centrífuga da terra”. Sem esperar que tomassem a iniciativa, dizendo que não mais de 5% ou 6% saberia explicar.
Com este cocktail, ensinar e aprender ciências é uma corrida de obstáculos. E quais foram os resultados? Segundo Digna Absolutismo, “os conhecimentos dos alunos estão na média de outros países da União Europeia, mas estamos muito aquém em excelência e muitos têm uma competência em ciências nula”. As soluções que têm buscado cientistas e educadores não são milagrosas, mas apontam dois básicas. A primeira consiste em submeter os programas à uma dieta de emagrecimento. Argumentam que é preferível dar menos conteúdos para ensinar melhor as matérias. A segunda medida pretende-se dar um giro de 180º para a pedagogia das ciências, e, por exemplo, aproveitar as possibilidades que oferecem as novas tecnologias. Propõem que os alunos aprendam a trabalhar como cientistas, formulando hipóteses, pensando com liberdade, e uma vez que tenha experimentado e gostado possam aprender definições. Na opinião de Harold Kroto é a única forma de transmitir as ciências: “a Fazê-lo, como fazemos agora é como ensinar a quinta sinfonia de Bethoven a alguém que não pode ouvir”.
A ciência sem sangue entra

Os professores propõem emagrecer os conteúdos