Mamba negra contra a dor

Como Se extinguem as cobras?
Cobras de verão
Lagartas que se disfarçam
Mitos do reino animal
Na pele da serpente
A Dendroaspis polylepis, mais conhecido como Mamba negra, a que Tarantino levou definitivamente para a fama em forma de assassina, não escapa da ficção na vida real: é a serpente mais venenosa de todo o continente africano. Apesar disso, seu veneno pode ser usado para melhorar a qualidade de vida de pacientes que sofrem de dores severas por doenças de difícil tratamento, como o câncer, já que, surpreendentemente, seu efeito analgésico é muito mais poderoso que a morfina.
O estudo, levado a cabo por cientistas franceses publicado na revista Nature, explica que esta predatória contém em seu veneno com uma substância formada com proteínas analgésicas conhecidas como mambalginas que estão sendo testadas atualmente em ratos com resultados muito encorajadores. Além disso, as mambalginas produzem muito menos efeitos secundários que a morfina, como a dependência ou dores de cabeça.
Por agora o estúdio está em uma fase muito preliminar e não foi testado o efeito em seres humanos. De acordo com declarações à BBC, do dr. Eric Lingueglia, do Instituto de Farmacologia Molecular e Celular de Nice, “a forma como actua a dor é muito semelhante em roedores e de outras pessoas, e esperamos poder desenvolver medicamentos que possam ser utilizados em humanos”.
Mamba negra contra a dor

Seu veneno é mais potente que a morfina

Drogas na comida para bebês

Chega a comida virtual
Será que ainda existem testadores de comida para os reis?
Cuidado com a comida
Comida de ficção científica
A comida medieval
Segundo foram detectados pesquisadores da Universidade de Almeria, alguns alimentos infantis como os elaborados a partir de carne ou leite em pó, contendo, ainda que em quantidades mínimas, vestígios de medicamentos de origem animal. Estes restos de medicamentos provenientes do gado, e lhes são administrados para evitar qualquer tipo de doença. Daí que as quantidades encontradas nos alimentos pertencem principalmente aos antibióticos (.) e antiparasitários (este).
Os pesquisadores, que publicaram seu estudo na revista Food Chemistry, propõe, segundo informa a Agência SINC, um novo método para detectar essas traças, levar um maior controle e evitar que estas apareçam no alimento final. Para isso, a equipe utilizou-se de métodos físicos, também conhecidos como de separação (cromatografia), para separar os diferentes componentes da mistura, podendo assim identificar através de espectrometria de cada um dos componentes e em que quantidade está dentro do alimento final. Conforme explica a SINCRONIZAÇÃO, o teste foi realizado com 12 alimentos diferentes, feitos à base de carne e 9 marcas diferentes de leite em pó e “encontraram-no total, cinco medicamentos veterinários em leite em pó e dez para os produtos elaborados com carne, especialmente se eram de frango ou outras aves”.
Segundo sugerem os pesquisadores, esta pesquisa poderia servir para reforçar os controles de medicação para o gado das fazendas. Muitos dos medicamentos residuais, mesmo em mínimas doses, podem causar diversos problemas de saúde como alergias ou resistência aos antibióticos.
Drogas na comida para bebês

Encontrados em quantidades mínimas

Urgências por cocaína

Portugal, líder da UE no consumo de cocaína

A cocaína desestabiliza
A cocaína altera genes
Por que se opera o nariz?
As cocaína faz estragos nos fins de semana. Cada vez aparecem nas urgências dos hospitais mais consumidores com ansiedade, palpitações ou dor torácica, baixo nível de consciência, alucinações ou delírios. Um estudo do Hospital Clinic de Barcelona figura em 25.000 consultas relacionadas com o consumo desta droga, o que representa entre 15% e 20% de todas as consultas toxicológicos em Portugal.
O mais surpreendente da pesquisa é que boa parte dos consumidores nem sequer lhes impressiona, por exemplo, estar a ponto de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral como resultado da cocaína. 7% vem de novo a urgência durante o mês seguinte e 22% no fim do ano, segundo os dados fornecidos por Oscar Olhou, do Hospital Clinic de Barcelona, a Societat Catalana de Medicina dUrgències i Emergències. Concorda que os consumidores reincidentes também exigiu atenção em outras ocasiões por ter tomado várias drogas ou álcool.
O mais comum é que tenham sintomas controláveis, o problema é que os consumidores de cocaína estão comprando números para um sorteio fatídico. Guilherme Burillo, do Hospital Universitário de Canárias explica o prêmio: “São um reservatório de pacientes que, no futuro, vai ter problemas cardiovasculares”. A hipertermia, o choque e o coma são as complicações mais graves que pode desencadear o consumo de cocaína, por vezes, chega a causar a morte.
Urgências por cocaína

Se atendem 25.000 casos por ano

Medos infantis

Um pequeno palhaço que parece saído das páginas de “It” de Stephen King dispõe de um balão para esta menina aterrorizada.

Terror para crianças
Ir diretamente para a galeria de terrores
Venha agora e sem medo, menino, que não nos mostraríamos diante de ti se tivéssemos a intenção de pegá-lo e outro para o mais profundo da floresta.” Quando, há alguns anos, o fotógrafo Joshua Hoffine leu estes versos do poeta americano Kenneth Patchen, estremeceu ao lembrar-se de seus medos infantis, e decidiu traduzi-los em uma série de imagens inspiradas em contos de fadas, romances e filmes.
O artista foi recriado arquétipos universais, já que um estudo realizado em janeiro de 2008 por pesquisadores da Universidade de Sheffield, demonstrou que o medo da escuridão e os palhaços, continuaram na liderança da classificação dos medos infantis. Muito marcante, foi o segundo resultado, já que, como disse Paul Salkovskis, um dos autores da pesquisa: “Decorar com máscaras de palhaços as paredes da planta infantil de um hospital com 250 crianças cadastradas. A maioria mostrou-se muito desagradável a nova decoração”.
Para o escritor de romances de terror Rampsey Cambell, a causa deste medo infantil tão generalizado é clara: “O que assusta as crianças é o mais estranho.Não é o palhaço em si mesmo, mas o fato é que, olhe por onde você olha, e na situação que seja, sempre sorri. Os filhos intuyen que isso é algo de anormal”.
Também sofrem com a crise
Mas os tempos mudam, e os medos infantis também são renovados com eles. Um estudo realizado por Joy Burnham, pesquisador da Universidade do Alabama, mostrou que as crianças estão cada vez mais conscientes do mundo real. Embora os pequenos que participaram da pesquisa continuavam sentindo o típico pavor diante de animais como cobras e aranhas, e os objetos, como as máscaras, o medo de ser arrebatados e a ser vítimas de um ataque terrorista se fixaram no ranking dos dez mais comuns entre crianças de 9 a 12 anos de idade.
Igualmente, a crise mundial também preocupa os mais pequenos. Criadores de pesquisa dos canais de notícias da BBC Newsround feitas mil entrevistas a outros tantos meninos britânicos entre 6 e 12 anos, e descobriram que 40% sentia medo de que seus pais poderiam perder seus trabalhos. Agora, o coco e o homem do saco, são chamados de Bin Laden e de Desemprego.
Medos infantis

Agora, as crianças têm medo ao terrorismo e ao desemprego

Injeção contra o infarto

Múmias com idade
Há tumores de coração?
Os acidentes vasculares cerebrais caem 12%, com a Lei Antifumo
Coração rico, pobre coração
Segundo informa a BBC Mundo, uma equipe de cientistas britânicos da Universidade de Leicester dirigidos pelo imunologista alemão Wilhelm Schwaeble, desenvolveram uma vacina que, de ser fornecida antes de 12 horas após um infarto do miocárdio ou cerebral, pode reduzir os efeitos destes episódios até a metade.
O líquido injetado é um anticorpo que consegue inibir o terrível poder da enzima MASP-2, a qual atua neste tipo de necrose isquêmica. Os acidentes vasculares cerebrais ocorrem em consequência a uma obstrução das artérias que irriga por uma hemorragia, coágulos ou outros fatores. Isso provoca falta de irrigação sanguínea e, portanto, de oxigênio, que sofre o órgão ao bloquear-se e não ser irrigado. Para isso, é o que é chamado de isquemia.
Segundo a equipe liderada pelo imunologista alemão, o maior risco para o tecido ocorre, paradoxalmente, quando se retoma a circulação sangüínea Por quê? Porque é, então, quando as células afetadas pela falta de oxigênio se comportam de modo invasor para as defesas de nosso organismo.
Mas, graças à nova injeção desenvolvida por este equipamento, estes danos podem ser evitados, e ser reduzido em 50% isolando a enzima MASP-2. De acordo com as declarações de Schwaeble à BBC: “nós investigamos esta resposta do sistema imunológico e descobrimos que as defesas do organismo contra invasores patogênicos intervém de uma enzima, a MASP-2, que desempenha um papel importante na resposta às infecções”.
Para evitar que essa enzima jogue esse papel tão vital para a vida de muitas pessoas, os cientistas conseguiram isolar a proteína OMS646, e percebiam que ela neutraliza os efeitos da temível enzima: “o anticorpo injetado impede que as defesas do organismo agir contra as células privadas de oxigênio”, argumentou o imunologista. Desde que, é claro, se dê antes das 12 horas apontadas pelos pesquisadores.
Mas o futuro esta injeção pode ser prorrogado de acordo com a equipe da Universidade de Leicester, que afirma que esta técnica pode vir a ser utilizado em operações como transplantes, já que o novo órgão, que coloca o paciente também atua como invasora no corpo humano.
De momento, os pesquisadores garantem que a injeção não só ajuda a reduzir os efeitos causados por um ataque do sistema imunológico, mas também ajuda o corpo a seu processo de recuperação.
Injeção contra o infarto

Descoberta por cientistas britânicos

Adiós, embarazos mútliples

O comportamento dos oócitos de camundongos estudados por Swann é semelhante ao dos humanos.

Inseminação artificial em animais
Filma um embrião
Ovário artificial
Um dos grandes dilemas das fecundaciones in vitro foi, até agora, o elevado risco de gravidez múltipla. Tinha que implantar vários embriões para garantir o sucesso de um deles. Cientistas da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, foram encontradas em ratos a forma de identificar os óvulos mais úteis, para fecundar assim apenas o mais apto para a procriação. Desta forma, garante-se o sucesso da gravidez com apenas um embrião.
Adiós, embarazos mútliples

Pesquisas em ratos

Operarse antes de nascer

Momento de intervenção no Hospital de La Paz

Felicidade via umbilical
Nascer em tempos de crise
O perdem a sensibilidade das mulheres, depois de ter sido mãe?
Andar com epidural
A primeira hora de vida de um bebê
Em 30 de março Alejandra (nome fictício) nasceu em duas vezes. Primeiro, ele puxou a cabeça e os bracitos, e depois o corpo inteiro. Alexandra foi a protagonista involuntário do peculiar parto para a vida ou a morte. Para salvar-lhe a vida teve que operar durante o trabalho de parto. A menina tinha uma massa no interior do tórax que rodeava a traquéia e comprimía um brônquio, o que lhe poderá impedir de respirar quando nascesse. Assim que os especialistas do Hospital de La Paz, em Madrid, encontraram uma solução: a prática de um parto do tipo EXIT (Ex-Utero-Intrapartum-Treatment), um exemplo de cirurgia extrema. A intervenção permite agir sobre o feto durante o nascimento mantendo a circulação placentaria e resolver problemas como o de Alexandra “incompatíveis” com a vida, na opinião dos especialistas.
Com um ultra-som e ressonância magnética detectam a malformação e, a partir daí agendados para a intervenção. O que fizeram na semana de 30 de gestação, uma vez que a Alexandra já poderia sobreviver. Lhe extraíram a cabeça e os braços com um processo muito semelhante a uma cesariana, deixando o interior do útero, o resto do corpo. Durante esse tempo, o útero permanece relaxado, não se corta o cordão umbilical e mantém a circulação placentaria, com o que o feto não precisa respirar. Nestas circunstâncias, o tempo é ouro. Em dez minutos de intervenção dos cirurgiões libertaram a via aérea da obstrução que tinha, e comprovaram com um endoscópio a permeabilidade do outro brônquio. Resolvido o problema, Alejandra já podia nascer. Sempre pode dizer que o fez duas vezes, ou em duas vezes.
Operarse antes de nascer

Em pleno parto, com meio corpo para fora

Amigo, você é único

Como o sexo é o fim da amizade?
A ciência do riso
Como ser feliz ao 32
Amigos sem direito a fricção
Felicidade e longevidade
Não é nenhum segredo que uma boa amizade oferece muitos motivos para ser feliz. Outra coisa é saber como funciona o seu bálsamo sobre nós, uma questão que abordou uma pesquisa que dá uma resposta um tanto surpreendente. A amizade promove a aceitação pessoal da singularidade de cada um, o que contribui para a felicidade individual”, explicam os autores do estudo publicado na revista Journal of Happiness Studies. Ou seja, que nossos amigos nos fazem felizes, porque nos faz sentir únicos e valiosos.
A conclusão é mais importante para a comunidade científica do que parece. Outros trabalhos anteriores “abordaram a singularidade como o reflexo de traços que distinguem um dos outros, enquanto apontavam que poderia representar um fator de risco para o bem-estar psicológico do indivíduo”, diz o artigo.
Os pesquisadores chegaram à idéia oposta, depois de estudar a experiência de quase 2.500 estudantes divididos em três grupos. Estatisticamente, a sensação de singularidade, acabou por ser o mediador mais significativo entre a amizade e a felicidade individual. Claro que o conceito de felicidade é muito subjetivo, uma dificuldade que os pesquisadores chegaram a medir a felicidade de cada um dos três grupos com escalas diferentes. Para sua alegria, os resultados foram os mesmos nos três casos.
O estudo foi realizado entre os alunos da universidade norte-americano do Arizona, do Norte, que tem trabalhado junto à turca Arel de Istambul, e a idade média dos participantes foi de cerca de 18 anos. Por isso custa aplicar, sem reservas, os seus resultados a qualquer pessoa. Com tudo, a tentativa de explicar o mecanismo pelo qual a amizade nos faz felizes, aponta para um interessante caminho para a ciência. Suas descobertas “representam o primeiro passo empírico para a compreensão da importância da singularidade, a partir de uma perspectiva humanística, no bem-estar psicológico dos indivíduos”, conclui o artigo.
Amigo, você é único

Assim nos faz feliz a amizade

Como detectar a gordura?

A tribo obesos
O novo bacon bom
desmond barrigas
A ensaimada
Qualquer um sabe se os alimentos que você está comendo são gordurosos ou não. Até agora se pensava que coletamos essas informações através da textura e o cheiro, mas parece que algumas pessoas são capazes de detectar o sabor de gordura. E essa habilidade protege contra o risco de obesidade.
Assim o têm defendido Katheleen Keller, do Centro de Pesquisa de Obesidade de Nova York (EUA), e seus colegas na Food Expo, a feira anual do Instituto de Tecnólogos em alimentos (IFT). Segundo seus estudos, quem não têm a capacidade de saborear a gordura, apresentam também características genéticas que lhes predispõem a processar e armazenar os alimentos de uma forma diferente, para aqueles que a possuem. Os resultados dos pesquisadores mostraram que a combinação de ambos os fatores, pode levar a estas pessoas a consumir inconscientemente gordura em maior quantidade, para que o seu organismo “conhecimento” de que está ingerindo.
Se a isso se juntam circunstâncias como viver em lugares com grande oferta de alimentos gordurosos e de fácil acesso aos mesmos, o risco de obesidade multiplica-se claramente. Portanto, se existe uma diferença biológica em nossa forma de perceber a comida, Keller considera que “seriam necessários cerca de abordagens alternativas na hora de preparar os alimentos para que fossem apresentados a determinados grupos da população, da forma mais benéfica possível”.
Como detectar a gordura?

Você terá um menor risco de obesidade

Como podemos ajudar a entrar um papiloma no chuveiro?

O que fazem as lojas com roupas que não vendem?
Quantas crias pode chegar a ter um rato-por ano?
Por que a Irlanda era conhecida como a “Ilha Esmeralda’?
O que é o ‘futebol-tênis’ oriental?
De onde sai o ronronar que fazem os gatos?
O vírus do papiloma humano (HPV) é composta por famílias diferentes de vírus que provocam várias manifestações na pele.
Exceto o condiloma ou papiloma vaginal, que é transmitido por relacciones sexuais, o resto acontece frequentemente através da água quente, mas como é autocontagiable, pode ser que nos peguemos nós mesmos a partir de outra área. O resultado mais visível é uma verruga.
Entrada. O vírus penetra através dos poros dilatados pela água quente.
Infecção. A célula infectada transmite a outras por diante.
Visível. Quando a infecção chega à fábrica, vê-se a verruga.
Enviada por Lúcia Causou, Lisboa
Como podemos ajudar a entrar um papiloma no chuveiro?

Muitas vezes é através da água quente, mas como é autocontagiable, pode ser que nos peguemos nós mesmos a partir de outra área. O resultado mais visível é uma verruga.