Soluções passatempos Mente em forma

Monumental. A Estátua da Liberdade está ao contrário. O braço da tocha é o direito, não o esquerdo.
Questão de tempo. Ambas parecem quantidades muito grandes, mas há uma grande diferença: cerca de onze dias e meio, passamos a mais de 30.000 anos. Pegue já!
Made in USA. Realmente, em nenhuma delas: no palco de um circo, não há cantos.
As uvas de Fim de ano. Em Portugal, já que é uma tradição nossa.
Coisas da idade. 48 e 32. A de maior idade dobra a idade que eu tinha (24), quando ele triplicou a idade de menor idade (8) e oito anos depois da então duas vezes a idade (32 e 16).
Vá vizinhos! Ramón vive no 1º, João no 2º, Marta no 3º e Fernando no 4º.
As vinhas da Ira. 28 uvas. 28 – 6= 22, 22 -14= 8, 8 -5=3.
Alto contraste. John F. Kennedy. Afastando-se dos pontos pode ver a sua imagem.
Quoncentración. 21, 3, 405, 6, 78, 90. Sem contar zeros, a seqüência segue a utilização por ordem dos dígitos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 (embora mudem de ordem em uma mesma pessoa).
Aposta final. Pega uma das cartas, há como que lhe escapa e deixa que o vento a leve. Então, pede desculpas ao que há de crupiê, descobre a outra carta e diz que, como é um rei, o seu tinha que ser, necessariamente, o ás. Deste modo, ganha a partida.
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A psicologia japonesa

Terremoto no Japão, 1923
Reforçados do desastre
Especial emergência nuclear
Diante da recente tragédia que vivem os cidadãos japoneses, em Quo nos temos proposto como levam a situação. Suas reações, vista várias vezes os meios de comunicação, não nos deixa dúvida de que existem diferenças marcantes entre as duas culturas: a sua e a nossa. Sua reação, contida e medido em todo momento, chama a atenção para o resto de cidadãos do mundo… e é que a forma de levar o luto e a dor da infelicidade dos cidadãos do Japão, para muitos de nós é realmente surpreendente.
O povo japonês dinamiza bem suas emoções e comportamentos. De fato, estabelecem dois tipos de comportamento dependendo de onde se encontram: o tatemae (comportamento em público) e o honne (emoções e sentimentos da pessoa). Acreditam muito em energias e, por isso, também, que tentam fazer esse trabalho de contenção com suas expressões: para evitar prejudicar os que estão ao seu redor. São um povo muito unido e que luta por sua comunidade.
Para tentar conhecer melhor a psique japonesa, conversamos com Miguel Ângelo Cristóvão Carle, psicólogo clínico de Healthywork e especialista no estudo de diferenças culturais. Nos deu 6 respostas que você não pode deixar de ler:
1. Como é possível que os japoneses estejam mantendo sem cair em pânico com o que está acontecendo? Como são feitos de outra pasta diferente para nós?
Os japoneses sentem como nós, mas culturalmente aprenderam a se manter inteiros, para não carregar a que os rodeiam de sua pena ou do seu horror e a olhar com coragem para as desgraças que têm sofrido ao longo da história. Não sei se é uma outra pasta, é simplesmente o resultado de mamar outra cultura.
2. Como se vive o luto na cultura japonesa?
Como em todas as culturas, cada pessoa vive o luto de uma forma distinta e não há maneiras boas ou más maneiras. Os japoneses culturalmente têm uma vida interior muito rica e aprendem a não sobrecarregar seus entes queridos, nem às pessoas que os rodeiam com seus problemas ou com a sua dor. O duelo se elabora na intimidade e no seu grande e forte mundo interior.
3. É positiva essa “introvertido” forma de enfrentar a adversidade?
Por um lado, o Japão é um dos países com maior índice de suicídios do mundo, mas não acho que se deva a sua forma de lidar com a adversidade. Ao fim e ao cabo, para nós ocidentais, o que não nos serve o exemplo das pessoas que se mantenham serenos e fortes nos maus momentos? Não devemos julgar se uma forma ou outra de enfrentar a adversidade é boa ou má. O japonês aprendeu desde pequeno que a integridade e o respeito ao outro é como se deve lidar com o mal, em grupo. Fazê-lo de outra maneira que sim, que poderia ser negativo.
4. Quando passar um pouco mais de tempo do recente desastre… Como enfrentarão psicologicamente os japoneses a reconstrução do Japão?
Com a coragem que caracteriza a este povo. O japonês leva um samurai dentro, estabelecer seu luto pelo o que foi perdido, pessoal e material, e, como sempre, em grupo, solidariedade e muito trabalho reconstruirán o país inteiro
5. Como contrasta a cultura japonesa com a nossa, ao se deparar com este tipo de dor?
Historicamente tem havido períodos em que à dor se contratavam portas, ou na época do Romantismo, a gente gritava e puxava meus cabelos, mesmo se matava. Culturalmente também encontramos diferenças na maneira de enfrentar a dor. Nossa cultura expressa os sentimentos, chora e sente fraqueza nas pernas. A japonesa faz tirar a força de dentro, a força física e espiritual. Ninguém pode dizer que uma forma seja melhor do que a outra.
6. Perante a explosão de mais reatores nucleares… Como podem reagir com os japoneses?
Como estão reagindo. Com extrema prudência, ouvindo seus líderes para saber como têm que se comportar e que é o melhor a fazer. Cada japonês reagirá como o grupo solicitado e sempre de uma forma controlada e civilizada. São um grande povo.
A psicologia japonesa

Célulastronco para o coração

Células-tronco hematopoiéticas

Células estaminais
Células-tronco para diabéticos
Célula mãe então o que?
A conquista das células
De acordo com uma revisão sistemática publicada na The Cochrane Library, a terapia com células-tronco, melhora a função cardíaca após um ataque cardíaco. Após sofrer um ataque cardíaco, o fluxo sanguíneo é interrompido em uma parte do coração, devido à obstrução em uma das artérias coronárias, provocando danos ao tecido do coração. As células da área afetada morrem em conseqüência da necrose. Um dos perigos após um infarto é que nos dias e semanas seguintes, a área necrotica pode estender-se, aumentando o risco de mais problemas.
Já em 2008, uma revisão de treze ensaios clínicos com terapia de células-tronco se fizeram a mesma pergunta, com resultados satisfatórios. Nessa ocasião, a revisão foi baseado em todas as provas disponíveis, adicionando 20 novos estudos para assim poder extrair as conclusões a partir dos 33 ensaios existentes. Realizando um acompanhamento mais longo, os ensaios subseqüentes indicam que os efeitos da terapia melhoram significativamente a saúde do coração afetado, e seu efeito se mantém por vários anos após o tratamento.
O número total de pacientes que participaram deste ensaio é de cerca de 1.765. Todos haviam sido submetidos anteriormente a uma angioplastia, um processo em que se introduz um ‘balão’ para dilatar uma artéria ocluida (total ou parcialmente), com o fim de restaurar o fluxo sanguíneo, obstruída por placas de colesterol e/ou de seus ramos.
As conclusões da revisão, sugerem que a terapia de células-tronco multipotentes de medula óssea (BMSCs) podem chegar a melhorar, a longo prazo, a função cardíaca, mantendo-se durante um máximo de cinco anos. No entanto, não houve dados suficientes para chegar a conclusões firmes sobre as melhorias na taxa de sobrevivência. De acordo com o principal autor do estudo, Martin Encomen-Rendon do Hospital John Radcliffe, em Oxford (Reino Unido): “Este novo tratamento pode levar a uma moderada melhora na função cardíaca com os tratamentos padrão.” e acrescenta, “a terapia com células-tronco, você pode reduzir o número de pacientes que morrem ou sofrem também de insuficiência cardíaca”.
Recentemente, o grupo de trabalho da Sociedade Europeia de Cardiologia para as células-tronco, recebeu fundos do Programa Quadro da União Europeia do Sétimo de Investigação e Inovação ( FP7 da UE-BAMI) para iniciar uma nova pesquisa. Investigador Principal para o julgamento BAMI, disse o co-autor desta revisão Cochrane, de Acordo com Anthony Mathur, principal investigador do projeto BAMI: ‘O estudo BAMI será o maior ensaio da terapia de células-tronco em pacientes que sofreram ataques cardíacos. Vai testar se este tratamento prolonga a vida desses pacientes”.
Célulastronco para o coração

Inveja da boa

A ceia era celebrada em honra de Sophia Loren, até que uma deslumbrante (e não convidada) Jayne Mansfield invadiu o restaurante, a estrela italiana não conseguiu disfarçar seus intensos ciúmes ao verificar que Mansfield podia grupos.

Tipos de inveja
Pecado capital
Você pode Me dar uma?
Amigo cão
Leia também: “Os diferentes tipos de inveja”
O que é que te levaria a pagar 80 euros por um iPhone? Tê-lo visto em mãos de outro e ter querido pisotearlo (o proprietário). Sim, o preço que podem sair em qualquer loja será a penitência, o mais vergonhoso dos pecados, a inveja, segundo garantem os resultados de um estudo dirigido pelo holandês Niels van de Ven e publicado no Journal of Consumer Research. Mas só se acha (mesmo a seu pesar) que o tipo merecia o telefone com toda a justiça. Se, pelo contrário, atribuyes sua vantagem tecnológica para os mimos de seu pai, sua atitude de subida ou a sua capacidade para apropriar-se do alheio, nem mesmo você quererá um iPhone. Seu desprezo por seus métodos levá-lo a escolher um produto similar, que permita medir-se, mas não se identificar, com o teu adversário, como um Blackberry. Até mesmo aceitar um preço alto por ela. À vista de seus resultados, Van de Ven aconselha os fabricantes considerar que modelos escolhidos em suas campanhas, para não acabar favorecendo a concorrência.
MEDO DA DESIGUALDADE
Porque “as pessoas estão dispostas a gastar recursos de qualquer espécie (dinheiro, tempo, esforço…) para reduzir a diferença no nível de bem-estar material com outras pessoas mais ou menos próximas, de acordo com Antonio Cabrales, professor de economia da Universidade Carlos III (Madrid), que analisou as implicações da “aversão à desigualdade” no ambiente econômico e empresarial.
Para abordar estes temas costuma usar jogos de laboratório em que se pede a um voluntário que disputar com outro, por exemplo, um bolo imaginário em certas proporções (do tipo 20% para si, 80% para mim). O destinatário da oferta que não aceita ficar sem nada. “Se lhe importasse o seu próprio bem-estar, aceitaria mesmo que o outro consiga 99% e só lhe desse a ele o 1%, antes do que não receber nada”, explica Cabrales. “No entanto, quase todo o mundo diz que nem falar isso. O limite admissível se situa em um negócio 75/25”.
Poderíamos pensar que tal reação se deve a um senso inato de justiça, mas quando as propostas, há um computador a um grupo de pessoas, a situação muda radicalmente. “Então, se assentará, a negócios 70/30 à primeira, por mais injustos que sejam, por medo de deixá-los passar e que os leve o próximo”, afirma o professor, que tem buscado as razões evolutivas de tal comportamento. Sua hipótese aponta para que o nosso instinto não consente que alguém tenha mais, porque tememos as vantagens que isso possa lhe proporcionar no futuro. Imagine dois macacos-prego, de que a pessoa come uma banana e fica saciado, e o outro come dois. O primeiro está satisfeito, mas “e se ambos tentam cópula e o mais gordo e de cabelo mais brilhante e leva a fêmea?”, levanta Cabrales. “Pois o primeiro preferível que nenhum dos dois vírgula nada e chegar à segunda fase, nas mesmas condições.” Se, em vez de macaco é pessoa, se encarregará de que não se nota o desejo, acima de tudo, porque a inveja surge para as pessoas do seu ambiente mais próximo. Temos já tão assumido que Cabrales e sua equipe foram detectados estratégias enraizadas no mundo empresarial e dirigidas em grande parte para evitar suas consequências devastadoras:
– Lei da desigualdade. Há uma tendência para que todos os funcionários tenham o mesmo nível de capacidade, até o ponto de deixar de ir a muito valiosos por não pagar mais.
– Salário medíocre. Os bons ganham menos do que deveriam por seu desempenho, e os maus, mais.
– Os caminhos estão muito mais lentos do que o que corresponderia por conquistas do trabalhador.
ALGO MAIS QUE DINHEIRO
Independentemente de onde aconteça, a intensidade dessa paixão, que a nossa cultura identifica-se com o verde e a alemã, com o amarelo, ficou patente em um experimento de os economistas britânicos Andrew Oswald e Daniel Zizzo. Após entregar o ouro de forma desigual entre os participantes, ofereceram ir pagando cada vez mais por destruir os ganhos dos outros. 62% deles queimou o ouro de seus oponentes em uma espiral devastadora que os levou a excluir quase a metade da receita do grupo. Enquanto os mais beneficiados inicialmente atacavam por igual a ricos e pobres, os mais desfavorecidos, é cebaban especialmente com aqueles que consideravam injustamente vencedores. Apesar disso, o mais provável é que não se tratasse do dinheiro em si, mas do status que fornece. Só isso explica que os habitantes de nações ricas não sejamos muito felizes por princípio. O também britânico Chris Boyce tentou buscar uma explicação para esse fenômeno e relacionou o nível de satisfação de seus compatriotas com os seus rendimentos. Os mais felizes eram os que mais ganhavam, mas aqueles que mais pagava dentro de seus grupos de idade, formação, sexo, bairro, etc.
SE NÃO BATER, USE-A
E já há quem conseguiu dar um giro positivo a essa permanente alerta ante as conquistas do vizinho. Algumas empresas norte-americanas de fornecimento de energia fazem com que seus assinantes reduzam o gasto enviando-lhes uma lista com o consumo de outros cem clientes do bairro escolhidos ao acaso, e destacando-se os campeões do mês em eficiência. Embora o benefício social também pode surgir de forma não intencional, desta vez por parte das “vítimas”. Niels van de Ven (o do estudo sobre o iPhone) também descobriu que, quando alguém percebia que era alvo de inveja agressiva, sem desejo de emulação por parte do outro, mostrava-se muito mais propenso a ajudar os outros. Com essa boa disposição era mais difícil tentar fastidiarle e restituía a harmonia dentro do grupo.
Ao fim e ao cabo, a pertença a uma comunidade constitui a principal razão para que elas apareçam com acentuada intensidade tanto a animosidade para com o próximo, porque tenha algo que desejamos, como o inegável alegria se lhe aconteça algum mal. Este último sentimento recebe em alemão, o nome de schadenfreude (literalmente, uma alegria por o dano), e parece ser maior quanto pior você vá ao invejado.
EM CORPO E ALMA
De acordo com descobriu uma equipe do Instituto Nacional de Radiologia do Japão (quadro na página seguinte), processamos as duas sensações com os mesmos circuitos cerebrais que a dor e o prazer físicos. No mesmo número da revista Science, que publicou o estudo, os psicólogos Matthew Liebermann e Naomi Eisenberger consideram essa coincidência como um indício da importância evolutiva de ambas as sensações. Se são gerenciados de acordo com os mesmos recursos fisiológicos que as reações a fome, a sede e o frio, e a agradável em busca de soluções (comer, beber ou abrigarnos) essenciais para sobreviver, é porque tanto a inveja como a schadenfreude também o são. Nos ajudam a situar-se dentro do grupo, e alguns seres cujas crias necessitam de outros para ir em frente, são obrigados a dominar a inter-relação social. Para saber quando não devem permitir que o outro se coma uma banana, por se lhes tira o casal.
ELES TAMBÉM Fariam
De fato, verificou-se que os macacos-prego e os chimpanzés apresentam sem pudor esses comportamentos.
E também os cães. Friederike Range, da Universidade de Viena, pôde observar em 43 exemplares de várias raças como Toby e companhia se recusavam a dar a pata se tinha ao lado um companheiro que recebia uma recompensa por esse gesto, e eles não. Se a situação se repetia, chegaram a deitar no chão, apartavam o olhar e deixando de reagir aos gestos dos pesquisadores. Range prefere denominar essas atitudes “aversão à desigualdade”, mais do que inveja. Talvez porque nenhum dos cães desejou que seu colega ao lado vai sentar um pouco (só um pouco) o mal da comida que lhe ofereciam. Por sinal, foi meu companheiro Atual que estava passeando pela Silicon Valley. Não eu. Passariam do menu, eu acho.
Inveja da boa

Vacina contra a nicotina

Vacina contra o medo
Tuberculose no momento
É verdade que a tônica foi inventado como uma vacina?
No final do ano de 2012, os fumantes espanhóis poderão ser imunizadas contra o tabagismo, uma das maiores causas de morte evitável em todo o mundo.
Os ensaios realizados nos EUA, em que participaram mais de 2.000 pessoas “produzem resultados encorajadores”, declarou Ivan Montoya, diretor clínico da Farmacoterapia do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (NIDA) dos EUA, em uma conferência de imprensa. Nesta mesma conferência de imprensa, oferecida por ocasião das Jornadas Nacionais de Socidrogalcohol, Montoya assegurava que já têm “dados claros demonstrando que a vacina da nicotina ajuda a que os indivíduos deixem de fumar, uma vez que se trata de um tratamento curativo e não preventivo”.
Segundo parece, se os resultados na sua fase III –experimento em humanos– são positivos, se aprova a imunização contra a nicotina pelo FDA (Food and Drug Administration) em pouco tempo. Paralelamente, também está testando uma outra vacina contra a cocaína, mas ainda não está tão avançada como a do cigarro.
Segundo Julio Bobes, presidente Socidrogalcohol, este medicamento funciona ao injetar um vírus ou bactéria. Isto, unido às substâncias que causam dependência, geram anticorpos que “sequestram” da droga na corrente sanguínea. Sendo assim, são criadas moléculas muito grandes, que não conseguem passar a barreira cefalorraquídea, que isso, traduzido para o castelhano significa que o sujeito não obtém nenhum prazer do cigarro, mas em vez disso se nota todos os seus efeitos e consequências negativas.
Segundo argumentavam os especialistas, trata-se de um tratamento exclusivamente terapêutico, embora possa ser tido em conta, para estudar a sua futura aplicação com carácter preventivo perante o crescente número de pessoas que fumam, sobretudo jovens.
Vacina contra a nicotina

As vermelhas, maçãs do amor

Nova espécie de maçãs Redlove: vermelhas por fora… e por dentro. Foto: Lakeland.co.uk

O que faz com que haja frutas gêmeas?
Frutos e sementes
Por que as sementes?
Dá porno
Por fora parece uma simples maçã, mas se abre, o fruto revela a sua surpreendente e atraente cor: vermelho paixão. A maçã tomate como já foi apelidado de muitos por sua aparência, ou Redlove de acordo com o seu futuro nome comercial, é o resultado de mais de 20 anos de investigação e desenvolvimento da empresa de sementes anglo Suttons. As técnicas utilizadas para criar outra espécie, mais de uma das frutas mais cultivadas do mundo, foi através de seleção genética e diferentes técnicas de polinização cruzada entre diferentes espécies de maçãs. Para que tenhamos uma idéia, o processo consiste no cruzamento de duas linhas puras de maçãs que, no seu conjunto, dão como resultado uma nova espécie. Neste caso, a fruta também tem um leve sabor a cereja.
Acredita-Se que as novas maçãs podem ser comercializados em breve no mercado europeu, embora no Reino Unido já estão começando a plantá-las no jardim, para poder saborear nossos pratos. Se bem que podem ser adquiridos através da web Lakeland, encarregada de sua distribuição, avisa que as jovens plantas só podem ser vendidos a residentes do Reino Unido. Os fãs saxões a jardinagem estão de parabéns, pois de acordo com os criadores da nova maçã não só é mais saudável, mas mais saborosa.
Um pequeno arbolito como os que se vê na fotografia da web de Lakeland custa em torno de 30 €.
A parte saudável
A nova modalidade de “fruto do pecado”, tem uma cor da polpa vermelho-cor-de-rosa, que, como o outro dia nos contou Quotransformer, faz com que identifiquemos de entrada um alimento especialmente saudável, pois a cor se dá o seu alto teor em pigmentos antioxidantes e antocianinas, muito boas para a prevenção de doenças por seus efeitos hipoglicemiantes, antimicrobiana, antitumoral, anti-inflamatórios e melhora da acuidade visual e o comportamento cognitivo. Além disso, os compostos fenólicos provenientes das frutas vermelhas, (renner, antocianinas apresentam…) inibem as enzimas digestivas que controlam a obesidade e a diabetes mellitus tipo 2. Ou seja, produzem uma diminuição de acúmulo de lipídios que ajuda a prevenir o excesso de peso.
Mas, segundo descrevem aqueles que puderam dar o dente, afirmam que não só suas propriedades saudáveis a distinguem do resto, mas também suas propriedades organolépticas (sabor, odor, textura e cor), dando a maçã clássica um sabor mais doce de polpa, um aroma mais profundo e uma textura mais crocante.
Benefícios que saltam à vista
Segundo informa o famoso jornal britânico Daily Mail, ao cortar as maçãs Redlove a carne não escurece rapidamente e oxida como ocorre com as clássicas. De fato, a sua cor vermelho-cor-de-rosa se mantém mesmo depois de cozinhá-las de diferentes formas e maneiras. Acaso imaginam uma torta de maçã vermelha? Certeza que esta e outras receitas são uma delícia. De momento, os supermercados do Reino Unido e os mercados europeus esperam a sua incorporação com grande interesse e expectativa.
As vermelhas, maçãs do amor

Comer pt marte

exercito de marte
Marte na Terra
As espirais marcianas
Nuvens em marte
robô em marte
As dunas de Marte
Vá a Marte
Quando chegará o homem a Marte? Quando soubermos como alimentar os astronautas. Não é um exagero, garantir o aporte energético e de nutrientes da tripulação é uma das chaves que você tem que resolver, dada a longa duração da missão, três anos. Há que encontrar um equilíbrio entre as necessidades de saúde da tripulação e as limitações da missão. Explica César Alonso Rodríguez, do Centro de Instrução de Medicina Aeroespacial de Madrid: “É necessário que os alimentos tenham bom cheiro e sabor, e que sejam de fácil digestão. Além disso, é fundamental reduzir o peso e o volume tanto de alimentos como de suas embalagens, que estes sejam de fácil preparação da tripulação, que não irá interferir em planos de trabalho e que gerem a menor quantidade de resíduos”.
Em balsa espacial das refeições são selecionadas cinco meses antes do seu voo e preparam-se três meses antes do lançamento. Embora possa parecer que a sua duração é por tempo indeterminado, sabe-se que um ano depois de preparados os alimentos perdem vitamina A, ácido fólico, tiamina e toda a vitamina C. São fatores-chave na nutrição dos tripulantes, porque “a exposição ao ambiente de mocrogravedad envolve a circulação dos fluidos corporais e para a parte superior do corpo, produzindo congestão facial e nasal, diminuição do olfato, o que contribui para o ambiente de cabine com maior nível de concentração de CO2 com o calor e a frequente desorientação espacial”, garante César Alonso.
Segundo os especialistas que participaram do Congresso da Sociedade brasileira de Endocrinologia e Nutrição, o grande desafio consiste em criar embalagens fechadas, que possam manter a frieza e a esterilidade dos alimentos, e que sejam leves ao mesmo tempo. Também se investiga como reproduzir as condições de luz, temperatura, umidade e concentração de CO2 e de fertilizantes para poder reutilizar produtos excretados pelo homem, como o água para cultivar legumes ou cereais em ambiente diferentes da superfície terrestre”.
Comer pt marte

A diabetes é herdado

Cura para a diabetes
Diabéticos e sem fio
Podem instituir sonhos
Se o seu pai seguiu uma dieta alta em gordura, você tem mais chances de desenvolver diabetes tipo 2. Assim, verificava há pouco tempo um estudo publicado na revista Nature, que mostra pela primeira vez que um fator não genético, a alimentação, o que pode transmitir o homem para a próxima geração.
Para chegar a essa conclusão, os responsáveis do estudo, liderados por Margaret Morris, da Universidade de New south Wales, em Sydney (Austrália), realizaram um experimento com ratos. Alimentaram os exemplares macho com uma dieta alta em gorduras, o que lhe produziu uma grande obesidade e intolerância à glicose, a base do problema de diabetes. Depois de cruzar com fêmeas normais, e as suas crias do sexo feminino foram também diabéticas.
Em princípio, o estudo só prova que essa transmissão ocorre de os progenitores homens a suas filhas, mas Morris acredita que este risco seria o mesmo com filhos.
Até agora, sabia-se que os pais com obesidade e / ou diabetes são mais propensos a ter filhos que desenvolvem as mesmas condições, quer por um maior risco genético ou por uma inadequada dieta da mãe durante a gestação. No entanto, este estudo indica também a responsabilidade dos pais homens por fatores ambientais.
A diabetes é herdado

Amigo, você é único

Como o sexo é o fim da amizade?
A ciência do riso
Como ser feliz ao 32
Amigos sem direito a fricção
Felicidade e longevidade
Não é nenhum segredo que uma boa amizade oferece muitos motivos para ser feliz. Outra coisa é saber como funciona o seu bálsamo sobre nós, uma questão que abordou uma pesquisa que dá uma resposta um tanto surpreendente. A amizade promove a aceitação pessoal da singularidade de cada um, o que contribui para a felicidade individual”, explicam os autores do estudo publicado na revista Journal of Happiness Studies. Ou seja, que nossos amigos nos fazem felizes, porque nos faz sentir únicos e valiosos.
A conclusão é mais importante para a comunidade científica do que parece. Outros trabalhos anteriores “abordaram a singularidade como o reflexo de traços que distinguem um dos outros, enquanto apontavam que poderia representar um fator de risco para o bem-estar psicológico do indivíduo”, diz o artigo.
Os pesquisadores chegaram à idéia oposta, depois de estudar a experiência de quase 2.500 estudantes divididos em três grupos. Estatisticamente, a sensação de singularidade, acabou por ser o mediador mais significativo entre a amizade e a felicidade individual. Claro que o conceito de felicidade é muito subjetivo, uma dificuldade que os pesquisadores chegaram a medir a felicidade de cada um dos três grupos com escalas diferentes. Para sua alegria, os resultados foram os mesmos nos três casos.
O estudo foi realizado entre os alunos da universidade norte-americano do Arizona, do Norte, que tem trabalhado junto à turca Arel de Istambul, e a idade média dos participantes foi de cerca de 18 anos. Por isso custa aplicar, sem reservas, os seus resultados a qualquer pessoa. Com tudo, a tentativa de explicar o mecanismo pelo qual a amizade nos faz felizes, aponta para um interessante caminho para a ciência. Suas descobertas “representam o primeiro passo empírico para a compreensão da importância da singularidade, a partir de uma perspectiva humanística, no bem-estar psicológico dos indivíduos”, conclui o artigo.
Amigo, você é único

O Tirarías alguém trem?

A música e o cérebro
Bisturi contra as obsessões
Assim influencia um irmão
Mais de 60 dilemas como esse, se colocam em um vídeo de divulgação que foi elaborado a catedrática de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade de Navarra, Natalia López, sob o título: Os segredos de seu cérebro. O vídeo contém a reação humana a difíceis decisões semelhantes à apresentada no título, como as reacções recolhidas diante de sujeitos que se encontram com a situação em que um trem que vai levar por diante a cinco trabalhadores da via. Neste caso, os sujeitos que participam no estudo têm a opção de manipular as agulhas e desviar o trem para uma via onde há apenas uma pessoa. A realização desta ação seria um dano indireto, mas, por outro lado, evitar um mal maior.
O resultado? A grande parte das pessoas que participaram do estudo, optou por mover os ponteiros. De acordo com assegura López: “neste caso, decidir requer dois segundos a mais, tanto se a resposta é afirmativa ou negativa para mover os ponteiros”. E é que, aparentemente, tem-se observado que as áreas do cérebro encarregadas de desempenhar as funções de análise e de pesar os prós e os contras, desta vez é muito mais intensa que a área encarregado de processar as emoções: “Enquanto o frontal esquerdo processa de forma mais sistemática e lenta -por exemplo, uma reflexão, ainda que breve, nos move ou não a uma ajuda solidária às vítimas desconhecidas de catástrofes em países distantes-, o hemisfério direito processa de forma mais intuitiva, global e rápida. Assim, sentimo-nos urgidos a socorrer alguém em perigo. Salvo patologias, ambos os sistemas estão ligados e atuam de forma harmônica”.
As 60 questões levantadas, eles são um agrupamento de resultados, que foram publicados em revistas científicas como Neuron ou Natureza e seus objetivos são informar o que sabe, hoje em dia, a Neurociência sobre o funcionamento do nosso cérebro. Segundo parece: “estas evidências científicas apontam hoje para o modo em que está registrado no cérebro humano o princípio natural, e, por isso, universal, de não fazer aos outros o que não quero para mim. É como um detector que provoca a emoção automática de satisfação ao ajudar e desgosto por danificar. É uma intuição natural que guia, sem determinar a conduta, um atalho emocional em situações em que estão em jogo vidas humanas e você tem que decidir de forma direta e imediata”.
Ao fim e ao cabo, é isso que nos diferencia dos animais: a capacidade de discernir e, em consequência, decidir. Os animais, seu instinto só permite acertar, não tem a capacidade de escolher. Mas, em contrapartida, as pessoas que se nos coloca desafios, dúvidas e dilemas que vamos ter que agir. Nessas acções de nossos sentimentos, sempre afloram.
Você pode ver o vídeo aqui
O Tirarías alguém trem?